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O que fazer em João Pessoa (Paraíba): Feirinha de artesanato e gastronomia do Tambaú

Assim que chegamos em João Pessoa, mesmo sendo um pouco tarde, encaramos uma caminhada para conhecer a feirinha de artesanato do Tambaú.

Há poucos meses houve uma feirinha menor, que fica próxima dessa principal, foi vítima de um roubo que ocasionou um incêndio.

Nossa primeira parada foi numa praça de alimentação que fica ao lado da feira de artesanato.

Lá é possível experimentar todas as delícias da culinária regional e o grande destaque são as enormes e deliciosas tapiocas.

Assim que você entra lá tem um grande assédio de todos os restaurantes, acabamos optando pelo Rainha da Tapioca, mas todos pareciam ter um cardápio similar.

Vá com muita fome ou compartilhe com alguém as tapiocas, caso queira pegar uma doce e uma salgada, pois são enormes!

Escolhi salgada de frango, catupiry e cheddar. E depois uma doce de romeu e julieta (que estava tão gostosa que esqueci de tirar foto! rs).

Minha mãe também escolheu a de frango, já a doce ela pegou uma de coco, abacaxi e leite condensado. O cardápio é muito extenso, tem mais de 30 opções! Fica dificil escolher.

Depois da comilança passeamos pelas lojinhas da feira. Como era o primeiro dia na cidade fizemos apenas uma pesquisa de preços e produtos, para ter uma base comparativa em outras feiras e mercados de artesanato.

Uma das lojas tem um pequeno letreiro de “Eu amo Jampa”, menor do que o da orla da praia, mas bem legal para tirar foto.

Tem alguns outros lugares para tirar foto, como esse de cangaceiro! rs

Acabamos achando um pouquinho mais barato comprar os artesanatos, comidas típicas e presentes no Mercado de Artesanato Paraíbano (Av. Sen. Ruy Carneiro, 241 – Tambaú). Mas mesmo assim valeu o passeio pela feirinha do Tambaú e pela orla da praia.

Feirinha de Artesanato de Tambaú

  • Endereço: Av. Alm. Tamandaré – Tambaú, João Pessoa
  • Funcionamento: Todos os dias das 9h00 as 21h00

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MIO Sogno di Gelato, gelateria italiana pet friendly em São José dos Campos-SP

Há algumas semanas conhecemos a gelateria MIO Sogno di Gelato que fica no “Pátio das Américas” no Jardim Aquarius, no mesmo lugar que o o Oahu Pokeshop que já foi resenhado aqui no blog.

Já passamos por ela algumas outras vezes, mas devido às grandes filas acabamos não entrando. Passado frenesi da inauguração, agora está mais fácil de frequentar.

Os gelatos italianos são 100% artesanais, com sabores diversos, todos muito deliciosos. É possivel degustar alguns antes de escolher qual você vai querer.

Os meus sabores preferidos, até o momento são um de brigadeiro e outro de creme com nutella. Mas cada vez que vou tento experimentar algum diferente. Sempre tem sabores novos.

Eles contam com um programa de fidelidade, sempre quando comprar você digita o CPF num tablet ao lado do caixa e vai acumulando pontos que depois pode ser trocados por produtos.

Na porta da gelateria tem o selo dos prêmios que eles já conquistaram: 4ª melhor gelato do Brasil e 1º da região sudeste no “Gelato World Tour Brazil Challenge 2017”. Eles prêmios não são a toa, a qualidade dos produtos faz por merecer.

Vimos que a gelateria é um estabelecimento pet friendly, então em nossa ultima visita levamos a Nina para nos acompanhar com um sorvete próprio para cachorro.

São José dos Campos ainda é uma cidade muito carente de estabelecimentos pet friendly, por isso essa experiência foi muito legal e divertida.

Sentimos falta de lugares pet friendly para levarmos a Nina e que tenham opções no cardápio para ela.

O sorvete é um picolé feito com frutas e legumes, bem natural. O “cabo” do picolé é um petisco também, tipo aqueles ossinhos com sabor.

Além dos produtos próprios para cachorro, eles sempre disponibilizam na porta água limpa e filtrada para quem está passeando por lá com cachorro.

Além da possibilidade de poder levar a Nina na gelateria, o sabor dos gelatos me conquistaram, foram os melhores que experimentei em anos. Ganharam uma cliente fiel! rs 

MIO Sogno di Gelato

  • Endereço: Pátio das Américas – Av. Cassiano Ricardo, 319 – Jd Aquarius, São José dos Campos-SP
  • Funcionamento: De domingo à quinta das 12h00 as 22h00 / Sexta e sábado das 12h00 as 23h00
  • Telefone: (12) 3019-7881
  • Site: http://www.miosognogelato.com.br/

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Onde comer em João Pessoa: Villa Gourmet na orla de Manaíra

Durante a nossa viagem em João Pessoa fomos em vários restaurantes e shoppings, mas de todos o que mais me surpreendeu foi o Villa Gourmet.

Trata-se de um complexo de food trucks no bairro Manaíra com uma estrutura digna de shopping.

Tem comidas de todo o mundo! Desde culinária local até: japonesa, alemã, italiana, árabe, francesa, americana, havaiana, mexicana e tailandesa (tinha pad thai!).

Nos doces tem gelato italiano, doces brasileiros (brigadeiros variados!), açai, crepes franceses doces etc.

Por ter essa grande variedade o lugar é bem democrático dá para cada um escolher o que quer e toda vez que voltar experimentar algo diferente.

O lugar tem vários seguranças tanto na entrada quanto lá dentro. O banheiro é melhor até que de shopping! Tem várias mesas de madeira, não estava lotado, dava para escolher onde ficar. E também tem estacionamento.

Para quem vai com crianças tem espaço kids e espaço baby.

Algumas vezes por mês tem música ao vivo, eles divulgam a programação no Instagram.

Eu e a minha mãe fomos de poke, uma mistura entre o japonês e o havaiano. Estava uma delícia, muito bem servido e caprichado. Meu irmão foi de batata suiça, também era grande e bem recheada.

Fiquei com vontade voltar para experimentar um food truck diferente, mas estávamos hospedados num bairro um pouco distante.

Se você for a João Pessoa não deixe de dar uma passada para experimentar as delícias da Villa Gourmet.

Villa Gourmet

  • Endereço: Orla de Manaíra, João Pessoa
  • Funcionamento: Segunda fechado / De terça à quinta das 17h00 as 23h00 / sexta e sábado das 17h00 as 00h00 / domingo das 17h00 as 23h00

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Bangkok Sacred Experience: Um tour pelo Grand Palace, Wat Pho e os mercados

O primeiro dia inteiro de Bangkok dedicamos para conhecer os dois templos mais importantes e grandiosos: Grand Palace e Wat Pho.

Mas não queríamos simplesmente ir lá tirar umas fotos e não ter noção sobre a história e a religião, queríamos um tour para de fato conhecer os lugares, nos aprofundar no budismo.

Encontramos o tour “Bangkok Sacred Experience” da empresa WSE Travel, no qual fazemos o tour pelos dois templos e também pelo mercado de amuletos e o mercado das flores, tudo guiado por um “Travel Guru”, um guia especializado no tema.

Nosso guia foi o Chatchai, começamos o tour no mercado de amuletos, onde eles nos mostrou os diferentes tipos de amuletos utilizados na religião tailandesa.

Além de imagens de Buda, tem pedras com figuras budistas que você pode carregar no pescoço (tipo um escapulário) ou junto com você no bolso ou na bolsa.

Ele pediu para cada um de nos escolher um amuleto e nos presentou. Também explicou que as Sak Yant (tatuagens sagradas feitas por monges) também são uma forma de amuleto e proteção gravadas na pele. No final da viagem nós fizemos um tour com a mesma empresa para fazer as nossas Sak Yants.

Pegamos um tuk tuk em direção ao Grand Palace, o mais grandioso templo da Tailândia. Todos os ingressos dos templos, tuk tuks e ingresso do museu dentro do Grand Palace estão inclusos no valor do tour.

Fique atento com o “dress code”  para entrar no Grand Palace, para mulheres é indicado blusa que cubra os ombros e saia longa ou calça. Para os homens também nada de shorts e regata, precisa ir de calça e cobrir os ombros.

Ele nos contou sobre toda a história da construção do templo e de detalhes da religião que estão espalhados pelo Grand Palace.

Há diversas pinturas antigas nas paredes, que contam sobre lendas do budismo e também do hinduísmo.

O Grand Palace antigamente era tipo a Cidade Proibida na China, era fechado só para o Rei e a realeza. Foi iniciada a sua construção pelo Rei Rama I em 1782.

Cada um dos grandes templos tem uma representação. Tem um que é onde guarda as relíquias, outro uma biblioteca e também um armazém (onde tem figuras de cera dos reis, mas é aberto poucas vezes durante o ano).

Lá dentro tem uma maquete do complexo de templos de Angkor Wat, porque tudo aquilo já fez do Reino da Sião em uma época que a região do Camboja estava sob domínio do Rei Rama IV.

O templo mais importante do Grand Palace é onde fica o  Buda de Esmeralda (embora tenha esse nome é feito com jade). Não é permitido fotos no local e é sempre bem cheio.

A figura é pequena, mas tem uma história muita significativa e envolta de mistérios, já passou por diversos países e foi levada em muitas guerras até chegar a esse templo em Bangkok.

A outra parte do complexo, tem uma arquitetura mais ocidental e apenas nos telhados tem o estilo tailandês. São construções que serviam de moradia e para as atividades do rei e da realeza. A construção maior e mais importante desse setor é o Chakri Maha Prasat.

Além dos tem dos templos, também entramos no museu da rainha. No museu tem um pouco da sua história, suas roupas e vídeos de visitas diplomáticas importantes pelo mundo. A parada no museu é boa para descansar um pouco e se refrescar no ar condicionado.

Também tem uma parte interativa onde você pode escolher um figurino inspirado nas roupas da rainha para vestir e onde pode montar um selo com desenhos de carimbos de figuras tradicionais.

Terminada a visita ao Grand Palace, partimos para o Mercado de Flores. Além das mais diversas flores, haviam muitas oferendas, que são itens bem comuns na religião budista.

Paramos para descansar um pouco próximo do rio que corta a cidade, com uma bela visão de Bangkok. Conversamos sobre vários temas dentre eles as cores que representam cada rei de acordo com o seu dia de nascimento (o rei atual tem a cor amarela).

Nossa ultima parada foi o templo Wat Pho, onde fica a incrível estátua do Buda reclinado.  Foi o templo mais impressionante e o mais lindo, na minha opinião, em toda a viagem.

O Buda esta dessa forma não porque esta dormindo, mas porque é um dos últimos estágios para ascensão espiritual no budismo. Ele tem um olhar bem sereno, que transmite paz.

O templo também abriga a antiga e milenar escola de massagem tailandesa, é possivel inclusive parar para fazer uma massagem no templo. 

Tivemos muita sorte de ser uma data festiva no Wat Pho, estava havendo uma festa cheia de barraquinhas de comidas típicas, algumas que não vimos em nenhum outro lugar, foi muito legal explorar e experimentar.

O Leo comeu um pudim de coco numa folha com semente de lótus, muito gostoso. Também haviam barraquinhas de artesanato.

Foi um dia incrível, repleto de cultura, história e arquitetura, fez muita diferença contar com um guia para explicar sobre esses temas.

Se tivéssemos simplesmente visitado os templos sem todas essas informações, apenas tiraríamos um monte de fotos bonitas para o Instagram e não conseguiríamos entender o que tudo aquilo representa.

Foi importante também um tour como esse no inicio da viagem, pois conseguimos entender melhor a cultura e a religião e identificar símbolos e significados nos templos nas outras cidades que visitamos no decorrer da viagem.

Para mais informamos sobre datas, horários e reserva do tour, acesse o site da WSE Travel.

Recomendamos o tour e especialmente se feito com o nosso guia Chatchai, que além de muito simpático, esclareceu todas as nossas dúvidas e curiosidades.

*Agradecemos a WSE Travel pela parceria. As opiniões expressadas aqui são sinceras e baseiam na nossa experiência.

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Crônicas da Ásia: Viagens que transformam

Logo no inicio do blog, há uns 2 anos atrás, eu escrevi uma crônica chamada “Viagens que transformam” contando minhas emoções e experiências vividas na África do Sul.

Aquela viagem me abriu para o mundo, me fez querer ir mais longe, conhecer culturas diferentes, ir muito além de viagens tradicionais como Nova York ou Paris, por exemplo.

Essas viagens para lugares conhecidos não tem nada de errado, mas o quero eu te dizer é que existe muito mais e é maravilhoso conhecer a diversidade do mundo.

Em 2015  na África do Sul tive esse sentimento que me fez me apaixonar pelo mundo e desde então viajei muito. Conheci a Europa e conheci mais da América do Sul. Mas ainda não tinha ido a nenhum outro lugar que me tocasse tanto como a África do Sul.

Em paralelo à isso, alimentei por muitos anos o sonho de conhecer a Tailândia, cada vez que via uma foto ou lia em algum blog, tinha mais convicção que precisava ir lá e que seria uma nova viagem transformadora.

Foram 3 anos sonhando e planejando, até que em 2018 consegui fazer dar certo. Comprei a passagem em janeiro para viajar em novembro, ali tudo começou a ser realidade.

Quando estava chegando mais perto da viagem, na época de começar a reservar os hotéis e traçar o roteiro, meu pai ficou muito doente e quase cancelei tudo. Foram meses muito difíceis, de muita luta, mas ele não resistiu.

Há menos de dois meses para a viagem retomei o planejamento e corri traçar o plano daquele sonho que eu buscava tanto, tão dificil de realizar.

O sonho do Leo era a China, andar pela Muralha e visitar a Cidade Proibida, então encaixamos tudo nessa nossa jornada pela Ásia que começava na China, passava a maior parte pela Tailândia e terminava no Camboja.

E tudo que eu tinha sonhado, imaginado e idealizado foi ainda melhor! A filosofia de vida budista é apaixonante, as pessoas são tão boas, receptivas, altruístas.

Você pode ir no lugar mais pobre do Camboja ou da Tailândia, andar a noite por lugares que você jamais andaria no Brasil ou até mesmo em Paris ou Londres, sem nenhum medo de criminalidade, tirando fotos com o seu iphone, que levaria uma vida para um trabalhador que recebe na moeda do Camboja comprar.

As pessoas tem uma essência tão boa e uma inocência, que para nós, sempre alerta e preocupados com os riscos das grandes cidades, não conseguimos nem acreditar. Não é porque a pobreza existe que alguém vai querer roubar algo que não pode ter.

Isso foi uma das lições que me tocou. Mas tiveram outras tantas, o Camboja foi um grande choque de realidade em relação a pobreza.

Fizemos um passeio de quadriciclo pela zona rural, passando por pequenos vilarejos muito pobres e plantações de arroz. Muitas crianças que moravam nas casas da região que passávamos ficam acenando, dando tchau quando passávamos. É triste pensar em que futuro elas podem ter enquanto continuarem a viver nessas condições.

Me emocionei num pequeno shopping quando vi um menino sozinho, que parecia entrar num lugar como aquele pela primeira vez, com medo de subir na escada rolante! Ai veio um segurança do shopping, segurou na mão dele e subiram juntos! São coisas tão simples, mas que tocam tanto.

Nos fazem parar para refletir sobre os nossos valores, as nossas prioridades, sair um pouco da bolha que vivemos.

A cultura vibrante tanto na Tailândia quanto no Camboja também me tocou muito. Em Siem Reap acabamos presenciando o Festival Anual das Águas, uma festa com muitas representações culturais simples, mas que significam tanto para aquelas pessoas.

Fizemos um tour para conhecer as ruínas da cidade histórica de Ayutthaya, mas que foi muito além. Nossa guia era uma moradora local que nos levou para a sua fazenda de camarões. Nós pescamos os camarões e comemos um almoço delicioso.

Mas a maneira como comemos que me marcou muito, ficamos sentados em cima da mesa e comemos com uma colher e as mãos, da maneira como eles fazem no dia a dia naquela região, que é uma área mais rural nos arredores de Bangkok. Aquelas pessoas nos tratavam como se fôssemos da família delas.

O contato com a natureza também foi muito forte, sentia falta disso desde a África do Sul. Fizemos um trekking, com chuva, pelas montanhas das cordilheiras dos Himalais em Chiang Mai, passando por cachoeiras e plantações, contemplando as paisagens.

Fomos em um Santuário de Elefantes em Chiang Mai: alimentamos eles, demos banho de lama e depois banho no rio. Que experiência! Já tínhamos ido num Santuário de Elefantes na África do Sul, mas esse experiência levou o contato com os elefantes à outro nível. Havia um filhote que se divertiu tanto, que virou de barriga pra cima, parecia um cachorrinho, brincando muito.

Vi praias em Ko Phi Phi e em ilhas próximas à Phuket que não consigo descrever em palavras. Que a água era tão cristalina que dava para ver os peixes sem equipamento de snorkel. As cores daquele mar são obras divinas da natureza, são o tipo de coisa que precisa ser visto pelo menos uma vez na vida.

Tive muitos choques de realidade que me tiraram da zona de conforto em Pequim, seja por estar em lugares que ninguém fala inglês, lidando com banheiros diferentes, vendo trânsitos caóticos, vendo placas que não entendia nada.

Mas também passando por palácios onde moravam os imperadores das mais famosas dinastias e andando pela lendária Muralha da China, palco de tantas batalhas.

As ruínas de Angkor Wat habitavam há muitos anos os meus sonhos, desde que assisti o filme do Tomb Raider. E andar por elas foi surreal, que lugar incrível! Escalei algumas pedras (onde era permitido) e me senti Lara Croft por um dia desbravando os segredos de culturas antigas.

E a nossa última grande experiência para fechar com chave de ouro foi simplesmente fazer uma tatuagem sagrada (sak yant) com o Ajarn com todo o ritual mágico. Essa tatuagem é como um talismã em sua pele que lhe concede benções e poderes desde que você não quebre as suas regras, que basicamente é ser uma pessoa boa.

Sempre que eu olho essa tatuagem sinto todas as emoções dessa jornada, toda essa bagagem que trouxe comigo, que me transformou, que me faz uma pessoa melhor: mais aberta ao novo, a diversidade, ao respeito pelo diferente.

E é isso que viajar significa para mim, são jornadas que transformam quem eu sou, são coisas que eu descubro e que se tornam parte de mim.

Desde comidas, como por exemplo Pad Thai, que se tornou uma das minhas favoritas da vida. Aprendi a fazer numa aula de culinária em Chiang Mai e já fiz algumas vezes depois que voltei, tenho todos os ingredientes e sempre que tiver saudades dos sabores da Tailândia posso fazer na minha casa.

As roupas estampadas também me conquistaram. As calças tailandesas (muito usadas pelos turistas) são demais! Comprei algumas peças e continuo usando no meu dia dia. Me deixaram um pouco mais alegre, saindo um pouco do estilo bem básico.

São pequenas coisas que ficam no estilo, no gosto culinário, no modo de pensar e de ver aos coisas ao seu redor, mas que fazem toda a diferença.

Abra o seu coração para mundo, vá para aquele lugar distante e exótico que você sempre sonhou, se permita viver essa experiência.

E onde está o meu próximo sonho? Ainda não sei. Nesse ano estou sem destino definido, preciso encontrar um novo lugar que me chame a atenção, que eu sinta que tem uma parte nova da minha alma, que ainda não conheço, me esperando por lá.

Qual foi a viagem que te transformou?


Índice das Crônicas da Ásia:


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Como foi voar 26 horas com a AirChina, de São Paulo à Bangkok com stopover em Pequim

Foto por pixabay

Quando começamos a planejar a nossa viagem para a Tailândia, o Leo queria muito uma forma de incluir a China no roteiro, afinal estaríamos tão perto, percorríamos tantas horas para chegar na Ásia.

Para que isso pudesse acontecer a melhor forma era comprar o nosso voo todo com a companhia aérea AirChina.

Acompanhamos por meses as promoções no site “Melhores Destinos” até encontrar a nossa promoção de voo São Paulo – Bangkok, com possibilidade de stopover em Pequim, com preço dentro dos parâmetros para uma viagem tão longa como essa.

Quer saber como fazer stopover e pesquisar passagem com múltiplos destinos? Escrevi um post explicando tudo sobre essa técnica.

Depois de comprada a passagem, comecei a pesquisar sobre a AirChina e vi muita coisa estranha por ai, problemas com os voos, atrasos, cancelamento de voo fazendo voo ficar sem rumo no aeroporto de Pequim e deu aquele medinho.

Mas não podia fazer nada, a passagem estava paga e íamos ter que encarar de qualquer forma. Escrevi esse post para falar sobre a nossa experiência nessas mais ou menos 26 horas entre São Paulo e Bangkok divididas em 3 voos, tanto na ida quanto na volta.

1º trecho: Guarulhos (GRU) – Madrid (MAD)

Voo dentro do horário, poltrona razoavelmente confortável para classe economica (não achei tão apertada) e muita ansiedade e expectativa! rs

Em relação a bagagem nossa passagem dava direto à duas malas, senão me engano 23kg cada, mas não usamos. Fomos apenas com as nossas mochilas da Thule de 35 litros como bagagem de mão. O peso máximo para bagagem de mão é 10 quilos e precisa atender as especificações de tamanho.

Tivemos a felicidade de não ter mais ninguém conosco, a poltrona do corredor estava vazia. Isso faz muita diferença num voo longo! Poder esticar um pouco mais as pernas e ter transito livre quando quiser ir ao banheiro.

Foi servido um jantar, optei pela opção com carne e estava muito gostosa, já digo que gostei de todas refeições dos trecho GRU-MAD e MAD-PEK, só em BKK que foi estranho.

Para o Café da manhã teve uma opção chinesa (que era basicamente comida igual do jantar) e outra com omelete, que estava maravilhosa!

Tem tela de entretenimento, porém poucos filmes americanos, meu ultimo voo internacional foi pela United, então a diferença na quantidade e na qualidade foi gritante.

Tem muitas opções de cinema e séries asiáticas. E eles dão fone de ouvido, não precisa pedir, já estava embalado junto com as revistas e avisos de segurança do voo.

O Leo levou o Nintendo Switch (vídeo game portátil da Nintendo) para ajudar a passar o tempo:

Tem tomada para carregar celular/tablet, isso é muito bom porque são voos muito longos, se você leva algo para assistir no tablet (recomendo fortemente baixar muita coisa para ver offline na netflix e para ler no kindle) você vai precisar carregar.

Terminando esse voo você sai numa área só para conexão no aeroporto de Madrid, pega um novo cartão de embarque, passa pela segurança  e quando entra no próximo voo senta na mesma numeração de poltrona do voo anterior.

2º trecho Madrid (MAD) – Pequim (PEK)

Após duas horas de conexão no aeroporto de Madrid, que foram suficientes para esticar um pouco as pernas e tomar um café na Starbucks, estávamos de volta para a segunda parte dessa maratona.

O voo também foi tranquilo e não houve nem um minuto de atraso. Tive a impressão que os voos que vão para Pequim ou saem de lá são ainda mais caprichados na comida e no atendimento da equipe de bordo.

Teve jantar no mesmo padrão que o voo anterior, escolhi um porco ao molho barbecue que estava ótimo:

Teve um lanchinho intermediário bem simples e no final o café da manhã, mas dessa vez só haviam opções de café da manhã chinês, não havia omelete. As opções eram basicamente comida normal tipo a do jantar. Meio estranho comer isso de manhã, mas a fome falou mais alto.

Nessas dez horas de voo desse trecho meu pé inchou muito. A sorte foi que não tinha ninguém na poltrona ao lado aí consegui esticar algumas vezes para melhorar. Nesse voo o avião estava um pouco mais gelado.

Chegando em Pequim paramos para fazer o stopover de três  dias, já contamos como foi a jornada para conseguir o visto de transito no aeroporto de Pequim.

A ida foi muito mais tranquila devido a essa parada depois de vinte horas de voo, mas na volta foram todos os trechos diretos com conexões bem rápidas.

3º trecho Pequim (PEK) – Bangkok (BKK)

Retornamos ao complicado aeroporto de Pequim, localizamos o guichê da AirChina (que fica na última porta do terminal internacional) e fizemos o check in.

Passamos na imigração, tiramos foto (sim, até isso precisa!), revistaram a bagagem minuciosamente, implicam com tudo. Quase confiscaram a chave da minha casa, porque ela esta em um chaveiro que parece um canivete!

Depois é preciso pegar um trem do aeroporto para o T3 onde é feito o embarque internacional.

Esse voo por ser um “trecho rápido” (seis horas) não tinha tela de entretenimento e nem tomada para carregar celular/tablet.  Também não tinha o negocio de apoiar o pé, que tinha nos outros voos. E o avião estava bem quente.

O almoço foi péssimo, tinha uma opção que perguntei três vezes e não consegui entender o que era e a outra era “sea food” (frutos do mar).

Escolhi frutos do mar e era muito estranho! Tinha somente um camarão, identifiquei um pouco de kani. Tinha outro negócio muito estranho, parecia estrela do mar! Não consegui comer… O que salvou foi o pãozinho e as frutas.

Na volta

Foi a mesma maratona de voos só que em sequencia, com conexões de no máximo duas horas.

Dessa vez usei uma meia de compressão própria para voos longos que comprei no Duty Free de Siem Reap (Camboja). Ajudou muito! Minha perna incha com facilidade, com tantas horas de voo existe um risco real de trombose, sempre tomem esses cuidados em voos longos.

Houve uma turbulência extremamente sinistra no trecho entre Pequim e Madrid, sem brincadeira, durou quase uma hora e meia, ficamos com muito medo, era muito forte e não tinha fim… Mas sobrevivemos graças a Deus!

Fiquei muito tensa com medo de atrasos porque as conexões eram apertadas e o Leo precisava trabalhar no dia seguinte da nossa chegada. Se atrasasse um voo poderia atrasar pelo menos um dia na nossa jornada.

Nossa rota de 26 horas para voltar ao Brasil

Mas deu tudo certo! Ufa! Só fiquei aliviada quando embarcamos no voo Madrid – São Paulo, onde nada mais poderia dar errado em relação a atrasos tensos.

Dessa vez não tivemos a sorte da poltrona do corredor estar vazia, teve um chinês conosco nos dois voos de dez horas. E ele falava português e era muito legal! Conversar com ele ajudou a passar o tempo.

No geral nossa experiência com a AirChina foi muito positiva, não houve atrasos e nenhum problema relevante. O preço da passagem deles nesses trechos são muito atraentes e valeram muito a pena para nós.


Dúvidas sobre a China? Grupo no Facebook!

Como esse post esta sendo bem acessado e muitas pessoas comentam ou mandam emails com dúvidas, criei um grupo no Facebook para que todos possam se ajudar com dicas, dúvidas e recomendações, acesse nesse link.


Todos os posts sobre essa viagem:

GERAIS

CAMBOJA

CHINA

TAILÂNDIA


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Retrospectiva 2018, o ano que realizamos o sonho de conhecer a Ásia!

Adoro escrever esses posts de retrospectiva de viagens! O do ano passado, 2017 o ano que todos os planos mudaram, sempre leio, relembro e vivo de novo pouquinho de cada viagem.

Nesse ano nem fiz post sobre as viagens que sonhava para 2018, fiquei com medo de dar tudo errado de novo, deixei rolar… rs

Foram só três países novos nesse ano (em 2017 foram 7 novos e 2 repetidos), mas as 26 horas para chegar na Ásia para visitá-los deveriam valer um bônus! rs

Teve muita viagem legal pelo Brasil! Afinal, se só temos 30 dias de férias, isso não significa que você não pode dar um jeito de viajar em outras épocas, como fim de semana e feriado, para passeios em família e trilhas.

Também foi um ano triste, teve uma época que dá vontade nem lembrar, quando meu pai partiu… Mas tento me apegar apenas nas boas lembranças dos momentos que tive com ele, até escrevi uma crônica sobre isso.

Consegui inclusive completar mais itens da lista dos “30 coisas para fazer antes dos 30”. Tá bom, eu sei que já tenho 30, vou parar de atualizar essa lista no meu aniversário de 31 anos em 19/01/19, juro! rs


Janeiro – Aventura em Brotas-SP

Eu não tinha muitos planos para janeiro, mas o Leo me surpreendeu me dando uma viagem para Brotas de presente de aniversário! Pois um dos itens da minha lista para fazer antes dos 30 era “fazer rafting” e de quebra fizemos também rapel na cachoeira!

E a viagem foi ainda mais especial porque fomos com um grupo de amigos, ficamos em um hostel, foi muito divertido! E não tenho dúvidas que ainda volto para Brotas para fazer outras atividades radicais, adorei a cidade e as atrações.


Fevereiro – Japão.br em São Paulo e Carnaval em Natal-RN

O mês começou com o Japão.br que foi um evento de blogueiros no bairro da liberdade para mostrar o que há de melhor na cultura japonesa: tradições, gastronomia, história!

O carnaval é sempre um feriado estratégico para viajar e dessa vez fomos novamente para Natal-RN. O Leo estava com saudades dos avós dele que moram lá e uma viagem para esse paraíso sempre cai bem.

Aproveitamos para fazer dayuse em um resort, fomos nas piscinas naturais da barra da tabatinga e fizemos um passeio de quadriciclo radical pelas dunas!


Março – São Paulo: Hello Blogger e Lollapaloza

Em Março foram dois finais de semana em São Paulo. Primeiro para participar do evento  lançamento do site “Hello Blogger” que é um portal para ajudar os blogueiros de viagem.

E depois simplesmente para ir dois dias no melhor Lollapaloza Brasil de todos os tempos! Sério! Foi incrível! Trabalhamos na sexta-feira e saímos direto para o show dos RHCP, chegamos em cima da hora, faltando 5 minutos para começar, foi muita emoção e muito trânsito!

Vimos Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam e Imagine Dragons! Três bandas que estão entre as nossas favoritas de todos os tempos! Nunca tinha ido num festival tão grande como esse e gostei muito da experiência.


Abril – Bogotá (Colômbia) e Caraguatatuba-SP

Essa trip foi só do Leo e foi à trabalho. Ele até que tentou criar algum conteúdo sobre gastronomia, como fez na viagem à Colômbia no ano passado, mas dessa vez foi mais corrido. Eu ainda não conheço a Colômbia, mas está na minha wishlist.

Em Abril ainda teve uma ida à praia em Caraguatatuba-SP, que a principio seria para corrida das 28 praias em equipe, mas acabou sendo um churrasco entre amigos! rs


Maio- São Francisco Xavier-SP

Em Maio fiz uma trilha, pela primeira vez sem o Leo, em São Francisco Xavier-SP pela Serra do Queixo da Anta e foi demais! Uma experiência incrível que me motivou a ir em busca de novos desafios.


Julho – Itatiaia-RJ

Em Julho foi a vez do Leo ir em um grande desafio: Subir no Pico das Agulhas Negras no Parque Nacional de Itatiaia-RJ. Que aventura! Ele superou esse desafio com muito foco, fé e força.


Agosto – São Paulo e Aparecida-SP

Em Agosto teve a bienal do livro de São Paulo, não poderíamos deixar de ir, não perdemos nenhuma desde 2010. Aproveitamos também para ver a vista do mirante do Sesc e experimentar um lamen, pela primeira vez, no Jojo Ramen.

Também teve um passeio em família para assistir uma missa em Aparecida-SP. Também conhecemos o Memorial da Devoção onde ficam o Museu de Cera e o Cine da Padroeira.


Setembro – Atibaia-SP e Guararema-SP

Setembro foi especial porque depois de 20 anos fiz cirurgia refrativa e me livrei dos meus mais de 4 graus de miopia para sempre, foram as últimas fotos de óculos com grau na vida!

Começamos o mês com um passeio em família na Festa das Flores e do Morango em Atibaia-SP. As exposições são lindas e a comida divina! É cada morango gigante em sobremesas deliciosas.

E no final do mês teve um passeio por Guararema-SP. Andamos pelas margens do rio paraíba e almoçamos no tradicional restaurante “buraco da véia”! rs


Novembro – Ásia Trip: China, Tailândia, Camboja / João Pessoa-PB e Pipa-RN

Novembro precisaria de um post só para ele, foi um daqueles meses que se vive experiências para uma vida inteira, foi muito intenso, foram 30 dias para nunca esquecer.

Começou com 20h de voo para Pequim para iniciar a nossa viagem de 25 dias! Um grande desafio de paciência! E lá tivemos um grande choque de cultura. Pequim não é para iniciantes. Nós já visitamos 16 outros países e esse foi o mais desafiador.

Temos assunto ai para uns 20 posts somente sobre nossas percepções sobre Pequim e dicas para ajudar quem se aventurar por lá. China sempre foi o sonho do Leo, por isso fizemos de tudo para incluir nesse roteiro.

Como não se emocionar ao visitar lugares como a Cidade Proibida e a Muralha da China? E a gastronomia de Pequim deixou saudades! Desde o sofisticado “pato de pequim” até as comidas simples e deliciosas do food tour que fizemos.

A Tailândia então, tenho tantas coisas para dizer… Foi a realização de um sonho que tenho há bastante tempo. Foi tudo que eu idealizava e muito mais. Um lugar que me emociono só de lembrar.

A maior parte da viagem foi lá, passamos mais de 15 dias entre Bangkok, Chiang Mai, Phuket e Phi Phi. Teve cenários urbanos, praias paradisíacas e trekking nas montanhas. Preciso de uns 40 posts para contar tudo, temos aqui um grande concorrente para a África do Sul no meu coração.

Teve a maravilhosa gastronomia tailandesa, Phad Tai é oficialmente um dos meus pratos favoritos para a vida. E na falta de um restaurante tailandês na minha cidade, fiz uma cooking class e aprendi a faze-lo, inclusive já fiz em casa depois que voltei e deu certo! 

E a experiência mais intensa dessa viagem foi fazer uma Sak Yant (tatuagem sagrada) com um Ajarn com todo o seu ritual mágico.

E a nossa Ásia Trip terminou em grande estilo no Camboja, visitando as ruínas de Angkor Wat, fazendo uma cooking class que ensinou muito mais do que receitas e andando de quadriciclo pelos campos de arroz na zona rural.

Essa viagem pela Ásia foi transformadora, desde a África do Sul não fazia uma viagem com tanto significado, vai ser daquelas que vou contar as histórias mil vezes por ai, até quando estiver bem velhinha.

E novembro ainda teve tempo para voltar da Ásia com 26h de voo e já embarcar numa viagem com a minha mãe para João Pessoa-PB visitar meu irmão que estava morando lá. Adorei conhecer a Paraíba!

E fomos revisitar a minha amada praia de Pipa no Rio Grande do Norte. Não me canso de ir nessa praia, que lugar maravilhoso!


Dezembro – São Paulo: Fantasma da Ópera

E fechamos o ano com um passeio em São Paulo, primeiro com um almoço especial no Espaço Kazu no bairro da liberdade e depois com o musical “O Fantasma da Ópera” no Teatro Renault.

A estrutura, as músicas, os atores, tudo beira a perfeição. Não perde em nada para os espetáculos da Broadway que vimos em Nova York e Londres.


E esse foi o nosso 2018, um ano tão intenso, de altos e baixos e
cheio de emoções!


Esse post faz parte da blogagem coletiva #retrospectivaviagens2018 , confira a retrospectiva de outros blogueiros de viagem:


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Onde comer em Pequim (China): Wangfujing Road, espetinho de escorpião e muito mais!

A China definitivamente são é um lugar fácil, para iniciantes. Além da barreira do idioma e a dificuldade de encontrar pessoas que falem em inglês, existem outras peculiaridades culturais.

O Leo já fez uma crônica falando um pouco dos contrastes entre a modernidade e as tradições de Pequim, e um lugar onde vemos isso muito nítido é em Wangfujing Road.

No inicio da Wangfujing Road tem grandes shoppings, marcas de grifes famosas, uma enorme loja da Apple, tudo que você encontra no capitalismo e no mundo ocidental.

Mas conforme você anda pelo calçadão de Wangfujing Road, você avista a entrada de um mercado local. Poderia ser apenas um mercado com comidinhas de rua, mas o lugar é muito mais peculiar.

A maioria das comidas encontras no mercado de Wangfujing Road são espetinhos de insetos e outras tantas coisas muito estranhas! Tem de tudo! Os clássicos escorpiões, que inclusive estão vivos e se mexendo no espetinho, até lacraias, lulas grandes, grilos, etc.

Muitos insetos eu nem sei o nome, nunca antes tinha visto de perto. O sentimento que você tem andando por esse lugar é um misto de estranheza, nojo e até mesmo um fascínio pela maneira como tudo é apresentado.

Todo mundo sempre faz a mesma pergunta: Mas e ai, vocês comeram pelo menos um escorpião? Não! Nem pensar! rs O Leo só arriscou comer um milho assado.

Além de todas essas coisas muito loucas, tem também “espetinhos normais” (carne, frango, porco, frutos do mar) e noodles (diversos tipos de macarrão)

Em relação aos doces haviam sorvetes, espetinhos de frutas e egg waffle (aqueles famosos de Hong Kong).

No meio do mercado também tem uma loja grande cheia de souvenirs e de guloseimas chinesas. Muitos doces bem diferentes, muitos nem conseguíamos identificar do que eram compostos, com seus rótulos todos em chinês. Perguntamos para o atendente se tinha algo de chocolate e ele ficou rindo, acho que eles não devem gostar de chocolate, sei lá! rs

Vistar Wangfujing Road é essencial em um roteiro por Pequim, você precisa ver as grandes lojas de marcas em contraste com essas barracas de espetinhos exóticos.


Dúvidas sobre a China? Grupo no Facebook!

Como esse post esta sendo bem acessado e muitas pessoas comentam ou mandam emails com dúvidas, criei um grupo no Facebook para que todos possam se ajudar com dicas, dúvidas e recomendações, acesse nesse link.


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Retrospectiva 2018 – Os 15 posts mais acessados do ano!

Para fechar o ano, resolvi escrever um post de retrospectiva com os 15 posts mais acessados em 2018.

A maioria deles são os posts de roteiro, sempre completos e cheios de links e informações. Mas as listas também chamam bastante acessos e atenção vindos do Pinterest.

O blog continua alcançando o objetivo da diversificação do conteúdo, temos entre os mais acessados posts de destinos nacionais, África do Sul (sempre nossa grande estrela), América do Sul e Estados Unidos.

Ainda precisamos aumentar o conteúdo da Europa e escrever muito sobre a Ásia, acabamos de voltar de uma viagem pela China, Tailândia e Camboja. Em 2019 quero ver bombando posts desses destinos!

 O despretensioso 30 coisas para fazer antes dos 30 era apenas uma lista pessoal para eu ir marcando, quase não publiquei porque achava que poderia não ser relevante e ele teve 107.607 acessos somente em 2018! Foi o mais visitado de todos os tempos, tudo isso graças a sua popularidade no Pinterest.

Fiquei surpresa pelo post Interação ética com elefantes no Elephant Sanctuary, em Hartbeespoort dam  ter entrado na lista, isso mostra o quanto as pessoas estão preocupadas com o turismo responsável.

Nosso roteiro mais acessado foi O que fazer em Cunha-SP , é interessante porque mostra que nem sempre o roteiro mais longe ou mais sofisticado é o que as pessoas buscam, é possível fazer uma viagem agradável, muitas vezes numa cidadezinha perto, num feriado.

Esperamos continuar expandido o conteúdo, a qualidade da informação e o número de visitas em 2019 e agradecemos à todos os nossos leitores e seguidores das redes sociais pelo apoio!

Os 15 posts mais acessados de 2018

  1. 30 coisas para fazer antes dos 30
  2. Resenha: 101 Coisas para fazer antes de casar, engravidar ou envelhecer (Sarah Ivens)
  3. O que fazer em Cunha-SP: roteiro de 2 dias (fim de semana)!
  4. Roteiro: 10 dias na Garden Route / Rota Jardim (Africa do Sul) – Post Indice
  5. Roteiro: 5 dias na Serra Gaúcha: Gramado, Canela e Vale dos Vinhedos!
  6. O que fazer em Pocitos (Montevidéu, Uruguai)
  7. Storms River Bridge: O meu lugar preferido no mundo! (Tsitsikamma National Park, África do Sul)
  8. Dica para o feriado: 10 viagens bate-volta de carro para fazer em São Paulo!
  9. Pedra da Macela em Cunha-SP: passeio com trilha e camping!
  10. Roteiro de 4 dias: O que fazer em Curitiba-PR!
  11. Onde jantar no Dia dos Namorados em São José dos Campos-SP
  12. 21 passeios grátis e imperdíveis em Nova York (Estados Unidos)!
  13. Interação ética com elefantes no Elephant Sanctuary, em Hartbeespoort dam (África do Sul)
  14. Peru (Lima, Cusco e Machu Picchu): Expectativas, Atrações e Roteiro de 7 dias!
  15. Roteiro de 4 dias em Santiago, no feriado do carnaval!


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Amsterdam, uma cidade entre o boêmio e o familiar

Quando alguém me pergunta sobre a Europa e quais foram as melhores cidades que conheci por lá até o momento, sempre tenho uma lista que inclui em top 3: Londres, Amsterdam e Paris.

Mas quando me indagam qual lugar que realmente chamou a minha atenção e que me mostrou como é incrível o mundo de cidades cosmopolitas, não vejo outra tão marcante quanto Amsterdam.

Cidade linda e cheia de vida. Suas ruas e canais compõem a sinfonia de sensações conectadas as cores, cheiros, sabores, conforto e experiências…

Pois não é à toa que o “The Economist” elegeu Amsterdam como a sexta cidade mais segura de mundo em 2017, e também ela está entre o top dez das cidades mais inteligentes de 2018 pela “Forbes”.

Suas arvores e o seu verde nos convidam a simplesmente parar em algum lugar como um bom café e apreciar a vista e como a cidade se comporta. Pratiquei bastante isso ao longo da nossa visita.

Seus cafés, pubs ou restaurantes nos bombardeavam de sugestões para simplesmente sentar ao lado de um canal e ver as pessoas andando, conversando, vivendo.

Afirmo que Amsterdam é cidade entre mundos, pois há uma linha tênue entre o boêmio e o familiar.

O mundo de drogas e prazeres carnais para os turistas que se interessam, mas ao mesmo tempo o lado de viver e aproveitar a família, de fazer piqueniques, de correr ao ar livre, de ver shows, feiras, ou ler um bom livro fora de casa.

Me espantava as vezes como é normal tomar um café em um ambiente respeitável e ao mesmo tempo ver que o estabelecimento vizinho era preparado para as mulheres venderem os seus corpos nas vitrines escarlates (sem nada explicito, claro). Isso nos faz lembrar que cada sociedade tem a sua própria forma.

Pois vi também que os bairros residenciais geralmente possuem bancos que os idosos aproveitam o sol matinal ou crepuscular para lerem jornais, livros ou brincarem com os seus netos…

Isso é o que mais me chamou atenção, as possibilidades de viver da sua maneira e escolha, com limites de convivência e regras definidas.

Mas tenhamos atenção, não concordo e muito menos apoio turismo sexual. Acredito que essa forma de turismo é nociva sim, e pode deturpar o que um lugar tem de melhor, como também geralmente esse tipo de prática possa chamar outras atividades que também prejudicam os seus cidadãos.

Amsterdam é Amsterdam. Não é possível defini-la somente em uma crônica.

Linda, segura e charmosa, que te convida a esquecer os seus problemas e a desejar ser parte dela. 


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