Com o preço da Libra nas alturas viajar para Londres fica ainda mais caro que o normal, por isso vou ensinar uma dica valiosa de onde comer barato em Londres.
Eu amo comida japonesa e geralmente ela é uma opção cara aqui no Brasil, mas em Londres ela está em todo lugar com preços acessíveis.
Wasabi – Sushi & Bento
Conhecemos a rede de restaurantes Wasabi, que tem em quase todos os bairros que visitamos, é bem popular em Londres.
Os preços normais dos combinados e das refeições quentes não são caros, são uma especie de fast food asiático de boa qualidade.
Mas a grande sacada para economizar é que 30 minutos antes das lojas fecharem TUDO fica pela METADE DO PREÇO!!! Ai sim a economia acontece e você garante fartura no jantar.
No dia seguinte eles fazem produtos novos e fresquinhos para vender, não usam nada dia anterior, por isso acontece essa “liquidação”. Me acabei de comer sushi bom e barato no Wasabi.
Você pode comer no próprio restaurante ou levar pra viagem. Dependendo do horário da compra o estabelecimento já vai estar fechando, então é melhor levar para o hotel/airbnb.
Itsu
Além da rede de restaurantes Wasabi, conhecemos também o concorrente dele, o Itsu, que tem um cardápio parecido, com muitas comidas asiáticas.
E também faz a promoção de metade do preço no final do dia.
No Itsu haviam mais opções de pratos quentes (noodles) e haviam mais referencias a culinária chinesa e tailandesa.
No Wasabi os pratos eram predominantemente japoneses, com poucas variações fora dessa categoria.
Os dois são bons e baratos para os padrões de Londres, mas o Wasabi foi o nosso preferido durante a viagem, íamos nele todos os dias (no almoço ou no jantar com desconto).
Espero que essa dica te ajude a economizar em Londres e comer bem.
E esperamos ansiosamente que a cotação da libra abaixe para podermos voltar para essa cidade incrível!
Quando não estamos viajando, sempre buscamos atividades em nossa região, sejam trilhas, passeios ou experiências gastronômicas.
Nessas nossas pesquisas encontramos o “Workshop de Ceviche” da Cevicheria Don Enrique e logo nos interessamos em participar.
Cevicheria Don Enrique
A Cevicheria Don Enriqueé comandada pelo Antonio, um chef peruano que domina todas as técnicas e sabores da culinária do seu país.
Nós já tivemos a oportunidade de experimentar o ceviche e outros pratos na Cevicheria Don Enrique e conseguimos matar as saudades dos sabores da terra dos incas, com a mesma qualidade dos restaurantes que fomos em Lima e Cusco.
O nome “Don Enrique” é em homenagem ao avô do Antonio, também peruano e com talentos culinários.
A localização da cevicheria era no Shopping Esplanada, mas está em processo de mudança, em breve será divulgado o novo endereço, onde atenderá em horários mais flexíveis.
A cevicheria também tem marcado presença em eventos na região e tem planos de começar a atender via delivery.
Workshop de Ceviche
Logo no inicio o chef Antonio deixou bem claro que seria um workshop, não seria um jantar e nem uma aula de culinária (aula seria mais demorado, não cortaríamos os ingredientes por exemplo).
O workshop é algo mais dinâmico, afinal, após um longo dia de trabalho, a maioria dos participantes foi direto para o evento, então precisava ser algo que não demorasse muito, mas que fosse possível aprender as técnicas para um ceviche perfeito.
Por não ser uma aula de culinária não foi fornecido material com as receitas. Mas fica como sugestão que poderia ter sido enviado um pdf aos participantes, algo bem simples, com anotação dos ingredientes de cada receita, só para nos lembrarmos quando formos fazer.
Os ingredientes já estavam todos separados e cortados nas bancadas para facilitar o preparo. Primeiro o chef nos contou um pouco sobre a sua história e a origem do ceviche.
Depois todos colocamos o peixe em cubos no bowl e misturamos com limão e coentro. Essa seria a base de todos as receitas de ceviche da noite.
Seriam feita 6 receitas diferentes, cada receita era preparada por uma dupla, o chef passava toda a explicação dos ingredientes, preparo e apresentação do prato.
No final todos degustavam a receita pronta. Uma sugestão para os próximos workshops é que as porções para degustação poderiam ser maiores.
O primeiro da noite foi o ceviche oriental, que conta com shoyo, óleo de gergelim, pimenta chinesa e outros ingredientes que remetem a culinária asiática.
O segundo foi o ceviche clássico, sem muito segredo, mas com um sabor incrível. Eu participei da preparação desse e foi muito interessante.
O terceiro foi o ceviche tropical, que conta com manga e abacate, misturando o sabor das frutas com o sabor do ceviche tradicional. Esse foi um dos meus favoritos!
O quarto foi o ceviche de frutos do mar que contava com lula, mexilhões, kani desfiado e camarões cozidos. Esse também era muito gostoso. O Leo participou da preparação dessa receita.
O quinto era o ceviche Don Enrique que tinha leite de coco e alho poró na receita.
E o sexto e ultimo é o ceviche do chef, que tem um molho que mistura maionese com a pimenta peruana, tem um sabor mais acentuado e picante. Uma receita inusitada.
O workshop foi muito interessante para aprendermos as receitas de forma dinâmica, com as dicas valiosas do chef para o preparo. A turma estava bem animada, as horas passaram bem rápido.
No final teve sorteio de um livro. E todos receberam um certificado de participação no workshop.
O chef Antonio nos contou que pretende fazer outros workshop com novos temas, como pratos quentes peruanos e até mesmo paella. Para ficar por dentro das novas datas de workshops e o novo endereço da cevicheria, acompanhe o Don Enrique no instagram.
E essa foi mais uma experiência gastronômica muito rica em sabores que adoramos participar e mostrar aqui para vocês!
Quando comecei a planejar a viagem pela Tailândia visitar um santuário de elefantes estava no topo da lista das atividades que iríamos fazer.
Elefantes Africanos x Elefantes Asiáticos
Elefante africano
Os elefantes africanos são muito diferentes dos elefantes asiáticos. Os africanos são maiores e tem as presas de marfim (que são alvo dos caçadores e uma das maiores causas de mortalidade). Os asiáticos são menores e não tem marfim.
Elefante asiático
Mesmo não tendo o marfim, os elefantes asiáticos também correm risco, sendo explorados pelo turismo irresponsável, por atrações circenses e trabalhando carregando carga.
Como escolher um santuário
É necessário ter MUITO CUIDADO ao escolher um santuário de elefantes na Tailândia.Pesquise muito sobre como os animais são tratados, se é realmente um santuário (tem muitos lugares onde são somente explorados).
Risque da sua lista todos os lugares que oferecem caminhadas montado em cima do elefante.Isso é uma prática nociva e que o santuários “reais” não oferecem e condenam.
Muitos elefantes morrem em Chiang Mai devido a sua exploração para o turismo desenfreado, onde são usadas estruturas em suas costas para colocar cadeiras para turistas andarem em cima deles, usados para apresentações circenses, tratados com ganchos e chicotes.
Procure por lugares onde eles ficam livres na propriedade, procure saber mais sobre a entidade, enfim, não é uma tarefa fácil, mas fique com a consciência tranquila que você está ajudando a preservar esses animais e não está financiando a sua exploração.
Muitos lugares se fazem passar por santuários, colocam isso no nome e são apenas mais desses lugares que exploram os animais e são financiados por turistas irresponsáveis.
Na minha pesquisa encontrei três entidades que me pareceram sérias:
Todos são bem concorridos, então assim que souber as datas da sua viajem trate de fazer a reserva para garantir a sua interação ética e responsável com os elefantes.
Existem experiências de meio dia, dia inteiro, mais de um dia (no estilo de voluntariado nas reservas). Tem também alguns que oferecem extras como caminhada em trilhas com elefantes (lado a lado, NADA DE MONTAR NAS COSTAS).
Elephant Jungle Sanctuary
Dentre as três opções no quesito de disponibilidade para a data e horário que tínhamos optamos pela experiência de meio dia, durante a manhã, no Elephant Jungle Sanctuary de Chiang Mai.
Eles nos buscaram no hotel com um carro que é tipo uma caminhonete onde a parte de trás é adaptada para passageiros, tipo um tuk tuk grande, muito comum no sudeste asiático. Eles pararam comprar frutas e alguns ingredientes para o almoço.
Durante o caminho passamos por uma estrada de terra bem estreita, descemos do carro e passamos por uma pequena trilha à pé para chegar na reserva.
Chegando lá eles nos dão esses mantos coloridos da tribo Karen para vestir por cima da roupa, fazem uma breve explicação sobre a reserva, os elefantes, sobre o que faremos e os cuidados que devemos ter.
Cada um pega um punhado de pedaços de cana de açúcar, coloca nos bolsos do manto Karen e pode escolher quais elefantes quer alimentar e interagir. Na hora de dar o alimento era para falar a palavra “BOMBOM” para chamar a atenção deles para a comida.
Todos estavam soltos no gramado, mesmo antes de começarmos a atividade. Havia um filhotinho muito fofo entre eles, que sempre ficava perto da mãe.
No começo ficamos um pouco intimidados pelo tamanho, mas depois o medo vai passando e vamos percebendo o quão dóceis eles são.
Depois de muita comida e fotos, é hora do banho. Os guias falam alguns comandos e os elefantes começam a se dirigir para a lama. Não vimos em nenhum momento eles forçarem eles a isso. Inclusive alguns não foram e ficaram dispersos no gramado.
Enquanto isso nós fomos trocar a roupa para trajes de banho. Nesse momento é recomendado usar uma gopro e guardar o seu celular, por conta da lama e da água.
Guarde os seus “nojinhos” em casa e se entregue a essa experiência. É lama, vai sujar e o intuito é passar a lama no elefante. A lama funciona como uma proteção natural para eles.
E tanto no banho do rio quanto no banho de lama eles podem fazer as necessidades fisiológicas deles, de repente, sem aviso. É natureza, é impressível, é selvagem.
Após a parte da lama, é hora de nadar com eles no rio. Os guias nos dão vasilhas para usar para jogar água neles. E mais uma vez alguns entram no rio e outros não. E durante o banho alguns saem, outros ficam. É aceito a vontade deles.
Esse foi o ponto alto do passeio, a parte mais divertida, tanto pra eles quanto para nós. Eles estavam se divertindo quando jogávamos água.
O filhotinho gostou tanto que virou de barriga pra cima! Parecia um cachorrinho brincando. Ele e mãe estavam curtindo muito. É lindo ver a natureza acontecendo ao vivo. Depois vou postar o vídeo onde dá para ver melhor essa parte.
É claro que o ideal seria eles viverem livres e selvagens, mas como sabemos que em Chiang Mai a exploração é enorme, fico mais tranquila em saber que na reserva eles estão sendo bem cuidados e que o valor pago no passeio está financiando esse projeto.
Após o banho é servido um almoço coletivo, nada muito especial, mas a comida estava boa. Eles vendem à parte as bebidas (refrigerante, água de coco).
Nesse momento eles também colocam à venda os produtos da lojinha do santuário. Algumas roupas e artesanatos. Toda renda é para a manutenção do projeto.
Durante todo o tour os guias tiravam algumas fotos. Eu tinha certeza que eles iriam vender no final do tour (como sempre acontece), até evitamos algumas. Mas que nada! Depois eles disponibilizaram tudo gratuitamente num link da dropbox na página do santuário no facebook. Algumas inclusive estão compondo esse post.
Enquanto almoçávamos os elefantes estavam soltos pela reserva, vivendo a vida deles.
A emoção da experiência de passar um dia com esses animais magníficos é algo que vai ficar comigo por toda a vida. São tão grandes e ao mesmo tempo tão dóceis e carinhosos. Essa oportunidade de contato com a natureza é algo único.
Fizemos um vídeo mostrando um pouco mais dessa aventura:
Viva essa experiência em um santuário que realmente cuide e preserve os elefantes, incentive o turismo responsável financiando intuições sérias.
Espero que essa e outras instituições possam crescer e ser regra, não exceção. Que ninguém mais ganhe dinheiro explorando esses animais com turistas irresponsáveis.
Refleti bastante sobre esse texto, como explicar um paradoxo entre felicidade e tristeza que enfrentei ao visitar o Camboja?
Paradoxo de estar feliz por conhecer mais uma parte do mundo e o seu povo tão cheio de alegria e humildade, mas também se sentir incomodado e melancólico por descobrir a miséria que infelizmente define a nação.
Confesso que a ideia de conhecer o Camboja não partiu de mim, partiu da Juny. Não tinha refletido na época o quanto iria me tirar da zona de conforto e me fazer refletir sobre ambições e felicidade.
O Camboja é um pais lindo, suas paisagens verdes e ancestrais, contrastam com um povo sofrido, humilde, cheio de força de vontade para trabalhar e produzir, mas com dificuldades gigantescas de seguir em frente no pós guerra.
As suas crianças nos recebem sempre com um sorriso no rosto, acenando com as mãos e nos fazendo esquecer um pouco da situação que vemos.
O Camboja vive em um desafio constante.
Sua amarga história recente conta com o término de uma ditadura socialista responsável pela morte de milhões de pessoas em campos de concentração.
Também o aumento da pobreza, fome, miséria, deixando o país até hoje dentre as piores nações com índice de desenvolvimento humano (IDH), segundo a ONU.
A resistência do cambojano…
Com o advento da globalização, crescimento turístico e explosão de acesso a informações, o seu povo aprendeu a buscar conhecimento independente das suas dificuldades e classe social.
Conheci vários guias turísticos que aprenderam a se comunicar a nível avançado de uma língua ocidental, sem ao menos ter tido anteriormente um contato pessoal com algum nativo desse idioma, estudando por conta própria com pouco material.
No curto espaço de tempo que tive lá, tive informações que o reinado do Camboja (sim, é um império com um parlamento), não é conectado com o povo, há um alto índice de corrupção interna.
Quase não há oposição política ou otimismo para mudança do rumo governamental. Contudo, o cambojano continua sempre com a sua batalha diária.
Vale conhecer e muito!
Sim, o Camboja é um país que vale a pena conhecer, pois nos mostra uma mistura de sensações que não esperava sentir em uma viagem.
Seu custo de vida baixo proporciona a fomentação do turismo, o seu povo nos recepciona de forma acalorada, você se sente feliz e ao mesmo tempo tocado, e de certa forma incomodado, por essa situação singular que o país vive.
Bangkok tem grandes shoppings, como por exemplo Siam Center, Siam Paragon e Siam Discovery, que são um complexo gigante com três shoppings interligados.
Mas o que mais me encantou em Bangkok não foram os modernos e gigantes shoppings Siam, o que me conquistou foi o pequeno Tha Maharaj Mall.
É um shopping aberto e pequeno perto, muito charmoso que fica na beira do Rio Chao Phraya.
Esse pequeno shopping tem diversas lojas, restaurantes, cafeterias, thai massagem (lugar importantíssimo em um roteiro na Tailândia! rs … Serio, você vai querer frequentar quase todos os dias).
E tem até uma feirinha na rua principal com várias barraquinhas de roupas, artesanato e pequenos stands de comida.
E tem muitos lugares fofos para tirar foto, como esse tuk tuk gracinha e uma fonte com um monumento abstrato.
Almoçamos no restaurante japonês “Sushi Kyo” e foi um dos melhores sushis que comemos nessa viagem, tudo muito fresquinho, preço justo e rolls bem criativos.
Depois do almoço não resistimos a massagem tailandesa, fizemos somente nos pés e segundo o Leo, foi a melhor da viagem na opinião dele, todas as outras vezes ele sempre comparava com essa.
E de sobremesa teve esse sorvete cheio de opções de cobertura. E depois de terminado o sorvete você podia escrever e desenhar no palito e deixar como parte da decoração da sorveteria:
O Tha Maharaj também é ponto de partida para alguns tours de barco pelo rio e walking tour.
A atmosfera agradável e bem mais tranquila que o restante da cidade me conquistou, me lembrou um pouco o V&A Waterfront de Cape Town (África do Sul), apesar de ser bem menor.
Fomos e voltamos de tuk tuk, o local fica há uns 10 minutos da Khao San Road (depende do transito).
Queria ter tido mais dias em Bangkok para passear mais vezes no Tha Maharaj e experimentar os sabores de outros restaurantes, cafeterias e docerias, tem muita coisa interessante para explorar.
E essa é a nossa dica de lugar alternativo em Bangkok, para passar uma tarde relax, sair um pouco do ritmo frenético da cidade.
Quem viu os nossos relatos no Instagram Stories durante a viagem à Pequim (que ainda estão nos destaques) ou leu outros posts sobre esse destino sabe que não foi nada fácil viajar para China.
As dificuldades e desafios começam no aeroporto, para pegar um táxi, para se comunicar no hotel, para pedir uma informação e até mesmo conseguir atravessar uma rua (sem ser atropelado)! rs
Então quando pensamos em como faríamos para ir à Muralha da China e a Cidade Proibida chegamos a conclusão que precisaríamos contratar um tour, para otimizar o tempo(teríamos apenas 1 dia para as duas atrações), a locomoção e ter as explicações sobre os locais em inglês.
Mas não queríamos estar no meio de uma excursão enorme, procurávamos algo mais personalizado. E queríamos um guia com um inglês razoável, boa pronuncia, acredite pouca gente fala inglês bem em Pequim.
Um tour privado sempre será mais caro que um tour com um grupo grande, mas tempo é dinheiro, ainda mais quando vocês está literalmente do outro lado do mundo.
Catherine Lu Tours
Em nossas pesquisas encontramos a empresa Catherine Lu Tours. Eles oferecem diversos tours em Pequim e em outras cidades da China, tours em grupo e privados. Você pode escolher apenas um ou formar um pacote com vários.
Eles também oferecem opções de transfer do aeroporto e serviços de transporte em Pequim.
O preço desse tour para duas pessoas em 2018 era de 380 dólares no total (aceitam pagamento via paypal), fizemos o tour em parceria com a empresa para escrever sobre a nossa experiência.
Nossa guia foi a Joyce, a chinesa mais simpática que conhecemos durante a viagem. Seu inglês era muito bom, não tivemos nenhum problema na comunicação.
Ela e o motorista nos buscaram no hotel e fomos para a Cidade Proibida. A empresa já havia providenciado os nossos ingressos antecipadamente por isso não pegamos fila para entrar, passamos só pela revista de segurança.
A Joyce nos contou cada detalhe da história da cidade proibida, das dinastias, dos imperadores que passaram por lá, o que cada construção representa. Fazer o tour sem essas informações seria muito superficial, apenas tiraríamos fotos para postar no Instagram.
Terminando a visita pela cidade, ainda resta o jardim da cidade proibida que é igualmente lindo e grandioso.
Depois disso voltamos para o carro e partimos em viagem para a Muralha da China no trecho de Mutianyu.
O trecho de visitação da Muralha em Mutianyu fica por volta de 1h40 de Pequim, escolhemos a visita lá mesmo sendo um pouco mais distante, por ser mais tranquilo.
A Muralha da China em Juyongguan é o trecho mais perto de Pequim, com mais fácil acesso e muito lotado! Queríamos fugir da multidão de chineses (o turismo interno é muito incentivado) e demais turistas.
Era um dia chuvoso por isso não pudemos optar pelo ingresso que daria direito a descida da muralha via tobogã, uma pena! Por isso subimos e descemos de bondinho.
Joyce além de excelente guia, nos contou sobre a história da muralha e demais aspectos e curiosidades da cultura chinesa, também arrasa como fotografa! Abaixo algumas das fotos que ela tirou nossas com a câmera do Iphone X dela e com as nossas câmeras:
Esse tour nos ajudou a conhecer a história dos monumentos, entender costumes do povo chinês, entender aspectos sociais, foi muito importante para a nossa experiência durante a viagem.
Além de que é sonho de muitos viajantes ir pelo menos uma vez na vida em lugares como a Cidade Proibida e a Muralha da China, que são cenários de tantos filmes, temas de aulas de história.
Agradeço a Joyce e a empresa Catherine Lu Tours por nos mostrar o que há de melhor em Pequim e arredores, por transformar a nossa viagem pela China em uma experiência inesquesivel.
Dúvidas sobre a China? Grupo no Facebook!
Como esse post esta sendo bem acessado e muitas pessoas comentam ou mandam emails com dúvidas, criei um grupo no Facebook para que todos possam se ajudar com dicas, dúvidas e recomendações, acesse nesse link.
Salve esse post no Pinterest:
*Agradecemos a Catherine Lu Tours pela parceria. As opiniões expressadas aqui são sinceras e baseiam na nossa experiência.
A maneira mais barata de transporte quando se viaja pela África do Sul é utilizar um carro alugado.
Mas muita gente tem dúvidas sobre como fazer, o que precisa, se é seguro. Nesse post vamos falar de forma mais aprofundada sobre esse assunto.
1- Alugar o carro
O primeiro passo é o aluguel do carro. Pesquise em vários sites na internet, comparece preços e faça a sua reserva com antecedência.
É interessante tentar pegar um modelo automático, pois as viagens pelas rotas são longas e ajuda a amenizar os problemas com a mão inglesa.
Alguns sites aceitam pagamento antecipado, o que pode ajudar por conta da alta do dólar. Há também sites que você faz a reserva mas só paga no destino.
A maioria faz uma cobrança caução no cartão de crédito que é estornada na devolução do carro. Verifique se o seu cartão de crédito tem o beneficio de seguro para carro alugado, caso contrário é bom contratar um quando fizer a reserva.
Recomendo o site RentCars para o aluguel, quando fui fiz tudo por lá. Acesse o site para fazer a cotação ou utilize a ferramenta de busca abaixo:
2- CNH e PID (Permissão internacional para dirigir)
Para dirigir em outros países é recomendado que tenha a PID (Carteira de Motorista Internacional).
Na África do Sul não é obrigatório o uso da PID, mas é recomendado.
Na hora de alugar geralmente as locadoras aceitam a sua CNH brasileira, mas se você for parado pela policia, a PID é em inglês e é mais fácil de mostrar e evitar problemas.
A PID traduz a CNH em 7 idiomas (Alemão, Árabe, Espanhol, Francês, Inglês, Português e Russo) e é impressa com a mesma validade da sua CNH. No nosso caso o Leo acabou tendo que renovar a CNH antecipadamente (estava próximo do vencimento) antes de tirar a PID, para que a sua validade fosse maior.
Para solicitar a PID procure o Detran do seu estado e verifique as regras. Em São Paulo, por exemplos, a emissão custa R$ 291,83 + taxas de correio e pode ser feita online.
3- Sentido de direção: Mão Inglesa
Photo by Pxhere
Prepare-se para dirigir no sentido contrário ao utilizado no Brasil, a mão inglesa. A África do Sul foi colonizada pelos ingleses, que implantaram por lá o seu sistema viário.
Quando pegar o carro recomendo ir com cuidado, observando como funcionam as vias, principalmente os cruzamentos para evitar acidentes.
Tente treinar em ruas menos movimentadas, ou até mesmo no estacionamento do aeroporto ou locadora de veículos.
Não é dificil e logo você pega a prática, mas requer atenção. Lembre-se que as marchas do carro, o banco, tudo estará ao contrário. Nessas horas ajuda muito estar com um carro automático.
4- Como são as estradas
As estradas da África do Sul são um espetáculo, farão da sua viagem ainda mais interessante.
Recomendo fazer as viagens de carro para que você possa conhecer todas as paisagens e curtir as mudanças de vista e de clima.
Na região perto de Joanesburgo por exemplo, você verá mais savana. Entre Cape Town e Port Elizabeth terá muito verde e vista para o mar. Terão muitos vinhedos quando passar por Stellenbosch, Paarl e Franschhoek.
As estradas são muito bem estruturadas, principalmente as do litoral. Não encontramos problemas com buracos e achamos a qualidade das rodovias superior a das brasileiras. Haviam alguns pedágios em Joanesburgo e na Garden Route, mas não eram caros.
5- Segurança
Recomendamos que as viagens sejam feitas durante o dia, pois algumas estradas passam por trechos bem desertos.
E se beber não dirija, é comum as blitz, principalmente ao longo da região das vinícolas. Nesses lugares contrate um tour ou vá de Uber/Taxi.
Em relação a segurança também ficamos impressionados com a educação dos sul-africanos no transito.
Na região da Garden Route, por exemplo, não ficam tentando te ultrapassar, dando farol alto. Se você vai chegando perto do carro que está à frente, ele simplesmente te dá passagem, mesmo que você nem esteja com intenção de ultrapassar, fazem por educação.
Em Joanesburgo é um transito mais intenso, parecido com as grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro por exemplo, mas mesmo assim não tivemos nenhum problema.
6- Principais Rotas
O país é muito extenso, são diversos os roteiros possíveis quando você está de carro, basta pegar o mapa e traçar as rotas de acordo com os pontos de interesse a serem visitados.
Existem duas famosas que se destacam pois estão no caminho das principais atrações do país.
A Rota Panorâmica / Panorama Route vai de Joanesburgo até o Kruger (o maior e principal parque para safári). A paisagem predominante nessa rota é a savana. Nós não tivemos a oportunidade fazê-la, mas pretendemos incluir na próxima visita ao país.
A famosa Rota Jardim / Garden Route Essa passa pelo litoral da África do Sul, geralmente é feita iniciando em Port Elizabeth e terminando em Cape Town ou vice-versa. Cada cidadezinha pelo caminho reserva uma experiência ou atração especial, a estrada parece um grande jardim.
Espero que essas dicas possam te ajudar a criar um roteiro independente pela África do Sul e ajudar a reduzir os custos, que são bem mais altos ao optar por tours ou fazer todos os seus trajetos com uber ou táxi.
Caso ainda restem dúvidas, escreva suas perguntas nos comentários
Hoje vamos falar sobre o Maiô Absorvente Pantys. Que mulher nunca deixou de mergulhar na praia quando estava no meio daquela viagem maravilhosa por acabar ficando menstruada justamente naquele dia?
Essas coisas acontecem e podem te fazer perder a experiência de conhecer aquela praia que você sempre sonhou ou curtir um dia quente na piscina.
E pesquisando à respeito disso, as alternativas mais comuns são o uso de absorvente interno e o copinho. Mas nem todo mundo se adapta com esses métodos.
Foto: Pantys / Divulgação
Nessa pesquisa encontrei a marca Pantys, que além de vender as calcinhas absorventes que são super confortáveis e reutilizáveis, lançou recentemente os biquínis e maiôs absorventes.
Nunca tinha ouvido falar sobre essa possibilidade e achei incrível! Eu precisava muito testar isso e divulgar no blog, porque tenho certeza que essa dica vai ajudar muitas viajantes.
Escolhi o modelo “maiô triangulo” na cor preta (tem também nas cores pitanga e areia), ele pode ser utilizado nos dias de fluxo leve, bem como também pode ser utilizado normalmente sem estar menstruada.
A moda praia da Pantys é uma co.criação em parceria com a marca Ahlma e é uma das pioneiras nesse tipo de produto.
Segundo o site, as peças são feitas com tecidos biodegradáveis, que degradam naturalmente em até 3 anos quando colocadas em aterro sanitário. São sustentáveis, já que a poliamida tradicional leva em média 50 anos.
O tecido é bem leve e fino, somente na parte de baixo ele tem um reforço no mesmo estilo que as calcinhas da Pantys, para absorver o fluxo.
Ter essa opção para ser usada em dias de praia, cachoeira ou piscina trás muita liberdade, dá para deixar de lado aquele medo quando está marcando as datas da viagem ou quando se planeja algo de ultima hora e fica a dúvida “será que vou poder mergulhar nesse dia?”.
Outra coisa que preciso citar é que as calcinhas da Pantys são maravilhosas principalmente para fazer academia, é outra vida! Você nem lembra que está naqueles dias.
Queria muito ter conhecido a Pantys antes do meu mochilão pela Ásia, pois teria seria muito útil ter levado as calcinhas absorventes e o maio absorvente na mochila.
Não sou nenhuma modelo fitness do Instagram, então para poupar vocês da minha boa forma, só coloquei duas fotos minhas no post para que seja possivel ver o maiô triangulo em uso na Praia de Maresias (São Sebastião-SP), como o modelo fica em pessoas normais! rs
Espero que essa dica te ajude e te dê alternativas para as suas próximas viagens, que estar menstruada não te impeça de se divertir na praia, piscina ou cachoeira.
Foto: Pantys / Divulgação
* Agradecemos a Pantys pela parceria. As opiniões expressadas aqui são sinceras sobre a minha experiência com os produtos.
Eu sou uma grande apreciadora dos sabores da culinária nordestina, já tive a oportunidade de conhecer os sabores do Piauí, Rio Grande do Norte e da Paraíba. Mas até então não havia uma opção em São José dos Campos-SP.
O Leo nasceu no Piauí e morou em várias cidades pelos estados do nordeste antes de se mudar para cá, ele é um profundo conhecer dessa culinária.
Ficamos animados quando descobrimos o “Seu Maxixe”, um restaurante nordestino em São José dos Campos e fomos lá conhecer e matar as saudades desses sabores.
O “Seu Maxixe” apesar de identificar como culinária nordestina tem um foco maior nas especialidades do Rio Grande do Norte (conforme é apresentado na introdução do cardápio), mas também conta com alguns pratos clássicos como Baião de Dois, Paçoca, etc.
Fomos no almoço no domingo, o restaurante tem sistema self-service por quilo onde se misturam pratos típicos nordestinos com “pratos normais” (exemplo: strogonoff, carne ao molho, etc).
Optamos pelo cardápio a la carte tem opções mais variadas e bem servidas. De entrada pedimos o prato “amostrado” que são dadinhos de tapioca, com carne de sol e pimenta em cima, uma delícia! O melhor prato que experimentamos lá.
E de prato principal escolhemos a “Paçoca Completa” que consiste em carne de Sol salteada na manteiga de garrafa com cebola roxa, pimenta biquinho, queijo coalho e bananas da terra (optamos por não pedir a banana). Servido com macaxeira frita, farofa, vinagrete e pirão de queijo.
Esse prato serve para duas pessoas tranquilamente. Achei bom o custo beneficio dos pratos a la carte.
A paçoca estava boa e bem servida, mas senti falta do sabor acentuado e salgado, estava muito sem gosto, parecia que tinha sido lavado e tirado todo o sal da carne de sol. Não sei se fazem isso de propósito para tentar “adaptar” para o paladar local ou se só o nosso prato teve esse “problema”.
Para beber também há opções de sucos de frutas naturais da região do nordeste, vale a pena experimentar e conhecer.
O restaurante não tem ar condicionado, só ventiladores, então em dias muito quentes fica um pouco abafado.
Eles tem uma lojinha no local que vende queijo coelho, pimenta, rapadura, doces típicos, etc.
A decoração do restaurante é bem temática, desde o cardápio até as placas nas paredes e as estátuas de Lampião e Maria Bonita na frente.
No geral gostei de conhecer o restaurante e quero voltar para experimentar outros pratos e torço para que da próxima vez a carne de sol tenha mais sabor.
Seu Maxixe
Endereço: Rua José Mattar, 128 – Jardim Sao Dimas, São José dos Campos-SP
Horário de Funcionamento: Segunda – Fechado, de Terça à Sexta das 11h30/15h00 e 18h00/23h00, Sábado das 11h30 as 23h00, domingo das 11h30 as 15h30.
A praia de Maresias, que fica na cidade de São Sebastião no litoral norte de São Paulo, ganhou uma galeria de grafites à céu aberto, o “Beco da Mulher Maravilha”.
O projeto faz uma alusão ao famoso “Beco do Batman” da Vila Madalena na capital, que criou esse conceito de arte urbana pela cidade. Confira o nosso post sobre o Beco do Batman.
Os idealizadores do projeto foram os arquitetos do “Studio Carlito e Renata Pascucci” que já faziam ações pela cidade no projeto #colorindomaresias
A iniciativa tem apoio da Prefeitura da cidade e da Associação dos Hoteis e Pousadas de Maresias.
Os grafites ficam na Rua Francisco Loup, esquina com a rua principal da cidade, próximo da praia e dos principais restaurantes.
Em nossa viagem no inicio de 2019 por Maresias fomos conferir o projeto e tiramos muitas fotos.
Os desenhos reúnem diversos estilos de grafites, muitas cores e alguns deles contêm frases e poemas.
Quando for à Maresias, vale a pena caminhar pela Rua Francisco Loup e apreciar as artes do Beco da Mulher Maravilha.