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Resenha: Malas, Memórias e Marshmallows (Fernanda França)

Ano passado li “Nove minutos com Blanda” da autora Fernanda França e gostei muito. Ao receber “Malas, Memórias e Marshmallows” minhas expectativas estavam bem altas, e sim, elas foram superadas! É muito bom ver um livro nacional com uma qualidade tão grande!

Tudo começa no dia do aniversário de 23 anos de Melissa Moya, uma jornalista que mora em São Paulo. Um dia que tinha tudo para ser bom, torna-se seu pior pesadelo.

Ela é demitida sem razão nenhuma (mas não sai sem deixar um “recadinho” para o chefe idiota), pega o metrô lotado e quando encontra com o vizinho novo no elevador ele acaba derrubando terra, do vaso que estava segurando, em seu vestido!

E em sua “festa surpresa” há meia dúzia de convidados e Lady Gaga (sua gata). Mas o pior é que, do nada, seu chefe chega na festa com um buquê de rosas, pede desculpas pela demissão, diz que a ama e a convida para acompanhá-lo em um Congresso de Jornalismo no Uruguai! Bem “WTF” né?

“Todo fim é um novo começo”.

Após todo esse desastre, Melissa arruma a bagunça da festa, passa a mascara anti-idade estranha que ganhou de sua melhor amiga (que a deixa com a cara laranja) e vai jogar fora os sacos de lixo. E eis que ela acaba dando de cara, mais uma vez, com o novo vizinho, Theodoro Brasil.

O que seria mais um mico acaba se tornando engraçado e os dois viram grandes amigos.Ela conta todos seus problemas a Theodoro. E revela que seu maior sonho é viajar pelo mundo.

Então ele a aconselha a ir a viagem com o ex-chefe ao Uruguai, e como Theodoro trabalha em uma agencia de noticias, da a oportunidade de Melissa fazer um trabalho free-lance sobre turismo enquanto estiver no Uruguai. Ela adora a idéia e aceita.

Após diversas confusões e belos passeios no Uruguai, Theodoro manda um novo trabalho a Melissa, se chama “América sob rodas” e consiste em viajar por várias cidades dos EUA, conhecidas e desconhecidas, e mostrar o que há de bom. Mais uma vez ela aceita e parte para o desafio. E ai começa a aventura!

Naquele momento, sozinha quando o sol se escondia, eu quis ter companhia. Pela primeira vez no dia, com a chegada da noite e a brisa do mar, naquele castelo branco enorme, com os quadros ao redor e todos aqueles gatos na parede, pensei em Lady e em quem gostaria que estivesse ao meu lado. E cheguei a conclusão de que só gostaria de ter meus amigos comigo.
Eu ainda não sabia, áquela altura da viagem, por quantos lugares ainda passaria e o que o destino reservava para mim. Mas não me importava. Só o que me preocupava era por que eu tinha medo de me sentir tão feliz.

Lá Melissa conhecerá pessoas importantes em sua jornada (seja para bem ou para mal) como Caio, Alan, Viviane (namorada de Theodoro que também esta realizando um trabalho lá pela agencia), Emily e Daniel.

Mesmo estando longe ela sempre mantêm contato com a sua família, Samantha (sua melhor amiga) e Theodoro.A cada cidade visitada seus relatos são tão bons que dá a impressão que também estamos lá. Viajamos com ela por Nova York, Memphis (casa do Elvis), Little Rock, Detroi, Atlanta, e etc.

Não posso deixar de citar a inesquecível cena do ano novo em Orlando, na Disney, é tão lindo, um verdadeiro conto de fadas, uma das minhas cenas favoritas do livro, só não conto o porque para não revelar spoilers!

 

Como todo bom chick-lit não faltam cenas engraçadas e inusitadas, e é claro romance! Além de surpresas com a família e até descoberta de traições.

– Você não gosta mesmo de cozinhar?
– Eu cozinho bem e sou ótima aprendiz. – disse. Não mentia, porque cozinhava bem miojo com requeijão e salsicha, e sempre fiz o melhor brigadeiro que as pessoas poderiam experimentar, mas cozinhar, de fato, não estava nos meus planos.
Alan me olhou de forma estranha, um tanto indignado, e eu poderia até arriscar que ele esperava que eu dissesse que era excelente cozinheira e nasci para agradar os outros.

Sabe aquele livro que você se identifica com a protagonista, com as impressões que ela tem do mundo, com os sentimentos, com as atitudes e tudo mais? Sim, foi isso que senti ao conhecer Melissa.

Ela convence tanto que dá a impressão que quando for a São Paulo você poderá encontrá-la por lá. E Theodoro é um carioca, muito gente boa, encantador, que todo mundo gostaria de conhecer.

– Depois vamos aprender sobre abertura do diafragma, mas adianto: nenhum conceito é tão importante quanto o primeiro. Fotografe com amor, mesmo com uma câmera sem ajustes manuais, e você terá fotos lindas.
(…) Naquele dia, Théo disse que gostava de fotografar comida porque havia poesia nos detalhes do dia a dia que as pessoas não observavam.
– Poesia na comida, Théo?
– Poesia nos detalhes da vida, Mel.
Além das viagens que são o foco do livro, também lemos sobre amizade, família e a descoberta do amor verdadeiro. A autora consegue abordar todos esses sentimentos durante a aventura de Melissa.
A capa é um espetáculo a parte, adorei as fotos dos lugares visitados durante o livro junto com gatinhos, marshmallows e etc! A maioria dos livros nacionais tem tido problemas sérios com a revisão, porém “MMM” está de parabéns, não notei nenhum erro, se tem algum é bem sutil.
“Enquanto o homem planeja, Deus ri.”
Me apaixonei pelo livro! E fiquei muito feliz, pois o final tem a brecha para a continuação, que poderá ser com o projeto “Europa sob trilhos”. “Malas, Memórias e Marshmallows “ é um chick-lit nacional de qualidade que vai lhe encantar! Recomendo muito!

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Onde se hospedar em São Paulo: Ibis Budget Paraíso, melhor localização com o menor preço!

Os hoteis da Rede Accor (Ibis, Mercure, Novotel, Adagio, etc) são bem conhecidos e conceituados, até então já tive oportunidade de conhecer o Mercure e o Ibis.

Quem acompanha as páginas desses hoteis no Facebook vê que sempre rola umas promoções relâmpago, principalmente nos fins de semana.

Em maio desse ano o Ibis completou 25 anos e para comemorar foi lançada uma mega promoção (info aqui) que em 25 unidades do Ibis Budget (antigo Formule1) por 25 horas as diárias seriam R$ 25 reais por pessoa! Inacreditável!!!

Nessa promoção eu consigui pegar diárias para o Ibis Budget Paraíso (São Paulo) em setembro, Ibis Budget Curitiba em outubro e Ibis Budget Jardins (São Paulo) em dezembro.

Após as aquisições dessa promoção, minha primeira parada foi no Ibis Budget Paraíso, tema do post de hoje.

Logo que cheguei o visual e design moderno do hotel me surpreendeu, embora seja uma opção economica, não deixa de ser “estilosa” e bem decorada.

Na entrada tem a recepção, um local com algumas bicicletas (devem ser para aluguel) e uma mistura de lanchonete e lojinha que vende tudo. Perto dos elevadores há um mural para os hospedes deixarem dicas de lugares interessantes que visitaram na sua estadia.

Como é um hotel econômico não há restaurante, mas nessa lojinha você pode comprar água, lanches naturais, wraps, pratos congelados (lasanha, macarrão, etc), tem um microondas à disposição para esquentar sua comida se necessário.

Também vende sabonete, shampoo, condicionador, pasta de dente, escova e etc. E por falar em shampoo, eu esqueci o meu (esse hotel não oferece aquelas miniaturas) e fiquei muito triste porque na lojinha estava esgotado, tive que esperar para comprar no outro dia quando fui ao shopping…

Quando fiz a reserva havia uma opção com desconto para adquirir o café da manhã para todos os dias junto com o pagamento da reserva ou poderia ser adquirido “no preço cheio” por R$ 16,00 por pessoa para cada dia, durante o check-in.

A oferta junto com o ´pagamento das diárias ficava bem mais barata e em uma das minhas reservas eu vacilei e não adquiri junto, ai tive que comprar depois na hora, pagando mais caro…

Sobre o quarto… Fiquei um pouco chocada no inicio porque é bem compacto mesmo. Esperava algo próximo do Ibis “normal”, mas é bem menor.

O banheiro para mim foi um ponto negativo porque ele não é uma coisa só, é dividido em duas portas, uma minúscula quadrada para o vaso e outra minúscula para o box, que sai direto no quarto. Então não há muita privacidade para trocar de roupa por exemplo.

Esse tipo de quarto é para ou ficar sozinho, ou com alguém que você tenha muita intimidade, no caso fiquei com o meu marido, então sem problemas. A pia do banheiro e o espelho ficam pra fora, integrado com o quarto. Não consegui tirar foto do banheiro, não conseguia enquadra-lo na foto devido ao espaço! rs

Em relação a cama o quarto é excelente, edredons e roupa de cama novos e limpinhos (se não fosse com certeza eu teria uma crise de rinite alérgica! rs), muito confortável e pelo menos na cama, não economizaram no tamanho. Também há uma TV led, com a maioria dos canais abertos, só um ou outro diferente.

O café da manhã é servido num ambiente amplo, ao lado da lojinha, perto da recepção. Como é um hotel bem básico, esperava um café mais ou menos, mas nessa parte surpreendeu, haviam opções variadas e tudo bem fresquinho e de qualidade. Há torradeiras e sanduicheiras há disposição também.

Peço desculpas pelas fotos meio tremidas do café da manhã, meu celular não favoreceu muito e ainda sou uma blogueira muito tímida, tiro as fotos meio escondido, preciso melhorar essa questão! rs

O hotel fica muito próximo à estação de Metrô Paraíso, conseguimos Uber todas as vezes bem rápido e tem algumas opções de restaurantes econômicos próximos. Também vimos no Google Maps que havia um shopping perto, mas não fomos.

Nessa nossa estadia, chegamos sexta à noite, no sábado fui à um workshop de viagens pela manhã e a tarde deu para ir ao Ibirapuera, MASP e Shopping Cidade São Paulo. No domingo check-out e Bienal do Livro SP.

A localização do hotel facilitou bastante o nosso roteiro e mesmo estando de carro, preferimos usar o Uber o tempo todo, para aproveitar o passeio e não se estressar no transito.

No geral esse hotel é excelente para uma viagem rápida à SP, sua localização favorece muitos roteiros por pontos importantes na cidade, com fácil acesso ao metrô e uber.

O custo beneficio dele, mesmo quando você paga o “preço cheio” da diária, é ótimo. O único ponto fraco realmente é o tamanho do quarto e a disposição do banheiro.

Fazemos muitas viagens à SP durante o ano para participar de eventos (CCXP, Bienal do Livro, etc) e também para passear, sem duvidas devo voltar ao Ibis Budget Paraíso ou alguma outra filial dessa Rede.

Informações Gerais

Ibis budget Sao Paulo Paraiso

  • Endereço: Rua Vergueiro 1571
  • Telefone: (11) 5085-5699
  • Check-in:12:00
  • Check-out:12:00
  • Aceita animais de estimação (pago à parte)
  • Acesse o site aqui
  • A maioria dos hoteis da Rede Accor pode ser reservado através do Booking.com (aqui)
“Estamos localizados no início da Av. Paulista, um dos principais pontos turísticos e financeiros da cidade de São Paulo. Ao lado do metro Paraiso, a 8 km do Aeroporto de Congonhas, a 32 km do Aeroporto Int. de Guarulhos e acesso fácil à Av. 23 de maio, uma das principais avenidas da cidade. O hotel é 100% não fumante onde os apartamentos possuem ar- condicionado, TV de tela plana, WIFI e recepção 24h/7. Para começar bem o dia, não deixe de saborear nosso delicioso buffet de café da manhã!”





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Precisamos falar sobre Bariloche…

Quando se fala na Patagônia Argentina as pessoas só pensam na atualmente badaladíssima Ushuaia e talvez alguns falem também de El Calafate, ninguém pensa que Bariloche também faz parte disso.

Quando decidi viajar para Bariloche, sabia que era uma cidade turística legal com atividades de neve, só isso. Nem sequer sabia que ela também faz parte da Patagônia Argentina.

Bariloche, San Martin de los Andes e Villa La Angostura foram três cidades da região conhecida como “Alta Patagônia” ou “Norte da Patagônia” que conhecemos nessa viagem.

As paisagens são impressionantes, cenários cinematográficos, não tinha ideia que haviam lugares assim aqui na América do Sul.

São paisagens semelhantes as que já vi em fotos do Canadá, Nova Zelândia e da Suíça, por exemplo. Lagos de cores vibrantes, montanhas nevadas, natureza exuberante!

Acredito que a época que fomos também ajudou muito nessa percepção. Fomos na ultima semana de setembro, final da temporada de inverno e inicio da primavera.

Ainda havia neve suficiente para funcionar a estação de ski Cerro Catedral, mas as paisagens já estavam com o colorido da primavera.

Escolhi essa data porque não havia outra alternativa para conciliar com as férias do meu marido e ficamos com medo de dar tudo errado, não ter neve e não ter nada para fazer. E foi uma das escolhas mais acertadas que fizemos!

Vi fotos de alguns lugares que fomos, no auge do inverno e as paisagens muitas vezes estavam encobertas pela neblina ou bem opacas. Não deixam de serem lindas, mas não tem todo o seu brilho e potencial.

Não consigo encontrar palavras para descrever cada lago que vimos no Parque Nacional Nahuel Huapi, na Ruta dos 7 lagos e em San Martin de los Andes.

Por mais que eu mostre fotos é difícil explicar, por exemplo, a paisagem do Cerro Tronador, com sua agua verde esmeralda e os glaciares negros em meio à um vulcão fora de atividade. É surreal!

Bariloche é um destino que os mochileiros experientes ignoram, por associar com o turismo comum, com compras, mas essas paisagens definitivamente não deveriam ser menosprezadas.

A vegetação, as flores, os lagos, a biodiversidade, é tudo tão lindo. E eu só devo ter conhecido uns 5% do território da Patagônia, se considerar o que há na Argentina e no Chile. Mal posso acreditar que ainda existem muito mais lugares como esse.

Depois da África do Sul, de lugares como Storms River Bridge no Tsitsikamma National Park ou a Boulders Beach, achava difícil alguma paisagem me surpreender, a ponto de me deixar emocionada e grata por poder estar vendo aquele cenário.

Ainda sonho em conhecer Ushuaia e El Calafate, bem como Torres del Paine no Chile, em desvendar toda a Patagônia, esse território mágico, onde a natureza reina.

Mas Bariloche é o meu segredo, meu lugarzinho lindo no mundo que pouca gente conhece o que há além das estações de ski e lojas de chocolate. ❤


#DICA A Adriana do blog “Atravessar Fronteiras” tem um ebook gratuito com 7 dicas para preparar uma viagem memorável para Bariloche, confira aqui.



PASSEIOS EM BARILOCHE

É possível agendar a maioria dos passeios com antecedência pela civitatis, principalmente na alta temporada (inverno) é recomendado agendar antes. Algumas atividades dessa lista são feitas somente no verão (rafiting, caiaque e algumas trilhas).


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#TAG: Wanderlust

Oi pessoal! Hoje trago uma TAG que vi no Outro Blog e no Bus 42, com várias perguntas relacionadas à viagens.

1) Quando e pra onde ia o seu primeiro avião?

Meu primeiro avião ia para Buenos Aires, com conexão em Montevidéu. Eu estava muito nervosa, não tinha idéia de como seria andar de avião.

Ocorreu tudo bem e nunca tive nenhuma fobia. O voo foi feito pela companhia aérea Pluna, acho que ela não existe mais, nunca mais ouvi falar dela.

2) Para onde você já foi e gostaria de voltar?

Eu tenho um lema de evitar ao máximo repetir viagens. O mundo é tão grande, falta tanto para conhecer! Mas eu admito que já voltei pra Buenos Aires e vou voltar ano que vem pra Santiago, dois lugares que amo.

E tenho um sonho de voltar para a África do Sul, para ficar alguns dias em Cape Town e refazer a Garden Route, conhecendo outros lugares e voltando nos que mais gostei (Storms River, J-Bay, Paarl, etc).

Cabo da boa esperança (África do Sul)

3) Você está viajando amanhã e dinheiro não é problema. Pra onde você vai?

Eu não pensaria duas vezes e iria para uma grande jornada no Sudeste Asiático! Sem data para voltar! Passando por Tailândia, Camboja, Vietnã, Laos, Myamar, Malásia, Indonésia e etc!

É o meu sonho atualmente, espero conseguir conhecer pelo menos 2 ou 3 países dessa região.

4) Método preferido de viagem: avião, trens ou carro?

Já viajei nos três, mas o meu preferido é avião. Embora tenha toda a demora antes do voo e depois para pegar as malas, acho o mais eficiente.

5) Site preferido de viagens?

Leio muitos blogs de viagens e utilizo diversos portais de buscas de passagens. Destaque especial para o Melhores Destinos, que sempre divulga as melhores promoções!

A ultima que peguei lá era dos 25 anos do Ibis, com diárias no Ibis Budget por R$ 25,00 reais! Consegui essas diárias para São Paulo e Curitiba, deu tudo certo! ❤

6) Para onde você viajaria só pra comer a comida local?

Sem dúvidas o Japão! Sou apaixonada por comida japonesa e nada melhor do que autênticos sushis 100% originais e fresquinhos!

Sushi gostoso que comi em Punta del Este <3

7) Você sabe seu número de passaporte de cabeça?

Ainda não! Acho que estou precisando viajar um pouquinho mais para poder decorar! rs

8) Você prefere o assento do meio, corredor ou janela?

Janela, sempre! Gosto de ver olhar pela janela durante a decolagem e o pouso, ver a paisagem do local e a arquitetura.

Cordilheira dos Andes ao por do sol

9) Como você passa o tempo quando está no avião?

Se o voo é muito longo (mais de 6 horas) tomo um relaxante muscular e tento dormir o máximo possível. Se o voo é curto assisto à alguns filmes ou séries que a companhia área disponibiliza.

10) Existe algum lugar para onde você nunca mais voltaria?

Port Elizabeth, na Àfrica do Sul (ja contei a confusão que houve lá nesse post). A cidade é a que tem menos atrativos de todas que fui na Garden Route e tive uma experiência ruim lá.

Definitivamente acharia perda de tempo voltar. Se fizer a rota novamente algum dia, poderia até chegar no aereporto de lá, mas partiria imediatamente curtir a praia e os outlets de J-Bay.


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O que fazer em Punta del Este! (Uruguai): Avistar lobos e leões marinhos no porto!

Desde a viagem que fomos à África do Sul, conheci um novo jeito de fazer turismo, mais ligado à natureza, prezando mais pelas paisagens e por avistar os animais livres, em seus habitats.

Acho que nunca mais vou conseguir ir à um zoológico, por exemplo, ver os animais tristes nas jaulas.

Quando estava planejando ir à Punta del Este li sobre um famoso passeio de barco que tem lá, que leva os turista à “Isla dos Lobos” onde é possível avistar centenas de lobos marinhos. Fiquei interessada e estava na minha lista de coisas para verificar lá.

Em nosso primeiro dia na cidade resolvemos começar com uma caminhada no porto, para pesquisar sobre o passeio e ver o que mais tinha naquela região.

Estávamos passando perto das barracas de venda de peixes frescos quando simplesmente vimos um lobo marinho enorme, no meio de dezenas de gaivotas, todos esperando pelas sobras dos peixes dos comerciantes!!!

Ficamos encantados! É um animal muito diferente ao vivo! Não imaginava que fosse tão grande! E é tão fofo!

E a coisa só foi melhorando! Foram aparecendo mais e mais, teve um momento que haviam cinco! Eles pareciam estar brincando entre si, não havia nenhuma briga pelas sobras de peixes.

E eles são muito mansos, achei interessante as gaivotas parando em cima deles e ficando.É um grande espetáculo da natureza, Discovery Channel ao vivo!

E o melhor de tudo: de graça! Não precisamos pagar nada por essas cenas e os animais estavam livres na natureza, dando rolê ali no porto.

Fiz um vídeo para tentar mostrar um pouquinho dessa fofura para vocês (se gostar do video, curta e assine o canal!):

O passeio para “Isla dos Lobos” estava custando U$ 50,00 dólares por pessoa. Um preço bem salgado… O passeio dura em média 2h30, o barco para próximo à ilha somente para observação, não pode atracar na ilha.

No verão eles deixam o pessoal descer do barco e nadar próximo da ilha, mas com o frio que estava fazendo no dia que fomos, seria impossível.

Mesmo assim estávamos tão encantados com os lobos que decidimos por comprar. Mas quando chegamos no local do porto que vende o passeio, o próprio vendedor disse que não recomendava o passeio naquele dia porque o mar estava muito agitado, com muitos ventos.

E ele disse que dificilmente as condições climáticas melhorariam no dia seguinte. Acabamos economizando U$ 100,00 e não ficamos frustrados porque já haviamos visto vários lobos, menos mal…

u adoro comer frutos do mar, por isso achei muito legal as banquinhas com os peixes, mariscos, camarões e etc, todos bem fresquinhos. Nunca tinha visto, por exemplo, um “cação” ao vivo, só o filé no supermercado. Ele é um mini tubarão!!! *chocada*

Fiquei num dilema muito grande porque depois pesquisando fotos na internet me pareceu que eram Lobos e Leões marinhos, as duas espécies juntas!

Os pequenos pareciam ser lobos marinhos e o grandão um leão marinho. Se algum biólogo ler esse post, por favor tire essa dúvida! rs

No porto também é possível ter uma das mais belas vistas de Punta del Este, sua skyline. E é um local muito agradável para uma caminhada.

E a oportunidade de ver o lobos marinhos ao vivo também é sensacional. Logo, é um passeio essencial quando você for à cidade.

 


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Storms River Bridge: O meu lugar preferido no mundo! (Tsitsikamma National Park, África do Sul)

Hoje eu não tenho muito o que falar, porque para mim, é impossível descrever a beleza desse lugar, eu preciso mostrar mil fotos para que você possa entender porque, até então, Storms River Bridge é o meu lugar preferido no mundo.

Conhecer esse lugar para mim foi muito impactante, nunca pensei que um dia pudesse ver, ao vivo, tamanha natureza, digna de uma obra de arte!

O “Tsitsikamma National Park” fica na Garden Route, depois de J-bay e antes de Plettenberg Bay.

O google maps não nos levou corretamente na entrada do parque, a qual acabamos passando, tivemos que fazer a volta e nos atentar as placas para conseguir achar.


Seguro viagem para África do Sul pelo menor preço!


Para chegar na ponte maravilhosa e que balança para caramba (venta muito lá), é necessário fazer uma boa trilha, acho que por volta de 2km (cansou para caramba! rs).

A trilha é muito bem sinalizada e ampla, os degraus são de madeira, tudo muito bem organizado.

Vi uma galera se aventurando no caiaque lá, então se você curte esportes radicais é uma boa pedida. Mas tem que ser muito corajoso porque a correnteza lá é muito forte.

Como em toda atração turística tem um restaurante e uma lojinha de souvenirs. Tem estacionamento e estava lotado, ficamos esperando um pouco para liberar uma vaga.

Qualquer foto nesse lugar fica cinematográfica, você chega lá, olha a paisagem e nem acredita que tudo aquilo é de verdade!!!

Existem outras atrações no “Tsitsikamma National Park”, da até para ficar hospedado por lá. Como nosso tempo na Garden Route era curto e ainda tinhamos que almoçar em Plettenberg Bay e chegar no hotel em Knysna, não deu para explorar outras atividades.

Nesse link há opções de hospedagem próximas ao parque. Eu me hospedei em Jeffreys Bay no dia anterior (No hostel Island Vibes), e após a visita ao parque segui viagem para Knysna onde fiquei no AestAs Bed & Breakfast.

 

Foi difícil achar o lugar, a trilha até a ponte cansa bastante, mas existem coisas na vida que não tem preço, e essa foi uma delas para mim.

Inclusive ao ver o pessoal da terceira idade tirando a trilha de letra, sem nem cansar, também me fez refletir sobre melhorar a minha saúde e meu condicionamento físico para não perder oportunidades de fazer esse tipo de passeio em viagens futuras (e realmente tenho levado isso adiante atualmente, tenho treinado e em breve quero começar a fazer trilhas).

Na entrada do parque, foi cobrado um ingresso, que na conversão fica por volta de 25 reais por pessoa, e o Leo (meu marido) reclamou “Nossa cobram tudo isso para entrar no parque nacional, devia ser de graça…”

No final do passeio eu apenas disse “Custou apenas 25 reais para você ver a paisagem mais linda da sua vida!”. isso resume um pouco o sentimento desse lugar lindo.

Tenho um plano de vida de voltar um dia lá, quem sabe eu possa mostrar esse paraíso para os meus futuros filhos. E se você ainda tinha dúvidas se vale a pena a viagem à África do Sul, espero que mude de ideia com essas fotos.

PS: Hoje eu não vou economizar nas fotos!























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Um pouco sobre o centro histórico de Paraty-RJ!

Sempre quis conhecer Paraty-RJ, mas nunca aparecia uma oportunidade… Até que no feriado de Páscoa que fui para a casa de amigos em Cunha-SP surgiu a oportunidade de finalmente conhecer a cidade.

Recentemente foi inaugurada a rodovia Cunha-Paraty, após anos de impasses com as regras ambientais, finalmente está funcionando.

A estrada está bem estruturada nos trechos da serra, mas ao final dela, entra em uma rodovia estadual do Rio de Janeiro, bem tensa!

É estreita demais, embora seja mão dupla, em alguns lugares só passa um carro!!! Deveriam ter arrumado essa parte também, porque o que adianta uma rodovia boa para seguir viagem numa outra tensa? Anyway…

Estava o maior frio em Cunha, temperaturas menores que 10 graus, então fomos todos na expectativa de apenas dar uma voltinha no centro histórico de Paraty, ninguém acreditou que daria praia…

E chegando lá estava o maior sol!!! Tivemos que comprar biquíni para poder fazer um passeio de barco e curtir o sol, mas isso será assunto para outro dia.

O Centro histórico de Paraty é muito rico em história e em detalhes da época do Brasil colonial.

Há um “city tour” na charrete que contam várias histórias da cidade. Não deu tempo de fazermos, mas uma amiga que já fez contou um pouco para nós. Vale a pena para quem se interessa por história.

As ruas principais são todas de pedra irregulares (dizem que elas foram trazidas de Portugal) e a maioria não pode passar com o carro, só à pé ou de charrete (essa medida de preservação das ruas de pedra começou na década de 70).

No final da tarde, quando a maré sobe, dependendo da época do ano, a água invade algumas dessas ruas, por isso as calçadas são bem altas.

É muito interessante ver toda essa estrutura histórica da cidade, ainda bem preservada. É uma viagem aos tempos do Brasil colônia, um grande contraste para quem está acostumado com as grandes metrópoles, cheias de arranha céus.

Paraty tem muitos outros atrativos, pretendo voltar em breve para poder explorar mais as belezas dessa cidade.

E também gostaria de um dia ir na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que acontece na cidade em Julho.

Se você tem mais tempo, o Beneth do blog Tire a Bunda do Sofá tem um roteiro de 7 dias pela cidade.

Além de Paraty, o litoral do Rio de Janeiro tem outras cidades incríveis. A Josiane do blog Uma turista nas nuvens tem um roteiro sobre Arraial do Cabo e o casal do blog Nas estradas do planeta tem um roteiro de Ilha Grande.

Mais sobre o centro histórico

“Ao contrário do que aconteceu na maioria das cidades do Brasil, Paraty foi uma cidade planejada. Engenheiros militares portugueses, cientes da vocação portuária da cidade e da necessidade de defesa do local, definiram como seriam as ruas e onde ficariam as igrejas, praças, cadeia, câmara, fortes e as áreas residenciais. Seguiram o padrão das cidades portuguesas onde as igrejas serviam de balizamento e pólo de atração residencial.

As casas foram construídas acima do nível da rua por causa da invasão das águas das marés, previstas para entrar e limpar a cidade, principalmente dos estrumes de cavalos e burros de cargas que constantemente passavam pela cidade.

O centro histórico possui trinta e um quarteirões (antigamente haviam trinta e três quarteirões) e quatro praças (Bandeira, Santa Rita, Matriz e Rosário). Em quase todas as esquinas do bairro histórico há três cunhais de pedra lavrada, formando um triângulo imaginário, símbolo maçônico que representa Deus.

Existem três tipos de beirais nos telhados das casas do centro histórico: a cimalha (beiral coberto com madeira), o cachorro (beiral com caibros a vista) e a beira-seveira (beiral formado por duas ou mais camadas de telhas).”

Passeios em Paraty-RJ

É possível agendar a maioria dos passeios com antecedência pela civitatis, principalmente na alta temporada é recomendado agendar antes.

Onde se hospedar em Paraty-SP

Abaixo vou listar algumas sugestões de pousadas para o seu fim de semana em Paraty-RJ:

 


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O que fazer em Jeffreys Bay (África do Sul): Praias, outlets e tubarões

Hoje vou falar um pouco dos atrativos desse paraíso de praias e compras chamado Jeffreys Bay ou J-Bay (para os íntimos).

Tenho uma lista de várias coisas que quero fazer relacionadas à viagens e entre elas estava: conhecer o oceano indico.

Essa foi realizada em sua plenitude em J-Bay. Olha essa praia deserta, esse mar lindo, essa paisagem (ignore os possíveis tubarões)!

Se estivesse um pouco mais quente e menos vento, seria o paraíso completo! Deixou um gostinho de quero mais.

E realmente está entre os meus planos na vida voltar nesse lugar e aproveitar melhor essa vibe, talvez fazer uma aula de surf.


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Essa praia, é praticamente na porta do hostel que ficamos (Island Vibes).

E pra fechar com chave de ouro teve entardecer na praia também

OUTLETS

Para tudo! Quem é consumista pira nessa cidade! Eu que nunca liguei de andar com roupa dessas marcas de surfista (Quick Silver, Billabong, Rip Curl e afins) devido aos preços absurdos praticados aqui no Brasil, e em J-bay tive que me segurar para não encher uma mala extra de roupas! rs

As roupas dessas marcas tem uma qualidade boa e lá estava com preço tipo “Torra-torra” e “Lojão do Bras”, serio!

Camisetas a partir de uns 20 reais, Moleton a partir de 35 reais, shorts maneiros a partir de 30 e por ai vai, bonés a partir de 20 reais.

Comprei de tudo, até biquini (que é meu xodó, gosto muito do modelo). Enquanto que a galera aqui no Brasil para por volta de 150 reais nas coisas mais simples dessas marcas!

E agora fico aqui pagando de gatinha cheia de roupas dessas marcas e mal o povo sabe que foi tudo à preço de banana nas lojas de fábrica! ;D

Se eu fosse comprar tudo que eu o Leo compramos lá, aqui no Brasil, acho que dava mais de 2 mil reais (chutando por baixo).

Os oulets ficam todos no centro da cidade, um do lado do outro. Ficam bem no caminho de quem vai se hospedar no hostel Island Vibes.

  • Billabong Factory Shop Endereço: 2A Da Gama Rd, Jeffreys Bay, 6330, África do Sul
  • Quiksilver & Roxy Factory Shop Endereço: 10 St Croix St, Jeffreys Bay, 6330, África do Sul
  • Rip Curl Endereço: 34 Jeffrey St, Jeffreys Bay, 6330, África do Sul

O HOSTEL: Island Vibes!

Quando você fala em hostel já fica aquele clima de mochilão cheio de perrengue, quarto compartilhado, local meio precário, baixo orçamento…

O hostel Island Vibes não foi nada disso!!! Haviam sim os clássicos quartos compartilhados, mas optamos por um quarto individual e ficamos surpresos com o tamanho e o “luxo” (tinha uma hidromassagem ao lado da cama kingsize!!!) OMG!

Quando conhecemos o Hostel e a praia bateu aquele mega arrependimento de não ter ficado pelo menos 2 dias ali e ignorado Port Elizabeth (que foi o ponto mais baixo da Garden Route).

Pagamos preço de hostel e pegamos um quarto que seria bem caro em qulaquer praia badalada no Brasil.

Clique aqui para fazer a sua reserva nesse hostel pelo Booking!

Havia um rastafári muito louco que é um dos donos do hostel e explicou cada detalhe de cada cômodo do local, mesmo sabendo que ficaríamos só 1 diária.

E quando via a nossa cara de pressa (tínhamos pouco tempo na cidade e precisávamos ir à praia urgentemente) ainda dava uma bronca falando que estávamos lá para relaxar, curtir a vibe! rs

Haviam várias bandeiras dos países que mais visitam o hostel e cada visitante podia escrever seu nome nela e deixar marcada sua presença para a eternidade, não poderíamos ficar fora dessa e registramos “Juny” e “Leo” lá. (fomos nós que escrevemos “BR UEUEUE” de zueira)

Sente só a vista da varanda da nossa “suíte master” do hostel:

Gastronomia: Kitchen Windows Beach Restaurant

Essa foi a única refeição que fizemos na cidade (além do café na manhã seguinte, no hostel).

Na dúvida olhamos o top de restaurantes de J-bay no Tripadvisor e escolhemos o que estava em primeiro lugar. As avaliações e as fotos estavam bem atrativas.

E não nos decepcionamos. O restaurante “Kitchen Windows Beach” é maravilhoso!

Como se não bastasse essa vista da praia, a comida é sensacional, coisa de “masterchef, pratos muito sofisticados.

Eu escolhi um steak (brife grosso gostoso) com batata e legumes, o Leo escolheu um salmão com purê e legumes. Ele também experimentou uma cerveja de cereja que ele adorou, de uma marca local.

Estávamos no meio do jantar e o garçom chamou nossa atenção para o mar e falou “Esta vendo aquele monte de gaivotas juntas? Isso significa que há tubarões ali, fiquem de olho que ele vai aparecer” e realmente havia um tubarão ali, conseguimos ver no zoom da câmera, mas ele foi rápido demais para sair na foto!!!

Realmente é necessário tomar cuidado nessas praias, devido á alta incidência de tubarões. Aquele surfista do vídeo do campeonato mundial de surf que viralizou na internet, que o diga! rs

Mas isso não faz com que a cidade seja perigosa ou perca seus atrativos, basta tomar cuidado.

PRATOS PRINCIPAIS:

O Muro

Uma coisa que ninguém sabia me explicar, era onde ficava esse muro (já vi em varias fotos, mas ninguém dá o endereço certo). perguntei varias vezes na cidade e nada. Até que quando estávamos indo embora, demos umas voltas perto dos outlets e estava lá, bem pertinho das lojas!!! #ficaadica

E para finalizar a foto clássica que todo mundo tira nessa parede grafitada. Não pude deixar essa passar em branco.

Mesmo porque eu realmente AMO J-bay e prometi voltar. Precisava de pelo menos uns 3 dias de bobeira naquela praia e 1 dia para ficar o dia todos naqueles outlets que são uma perdição!


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Guia para planejar a sua viagem para as Cataratas do Iguaçu

Hoje vou falar sobre uma das maiores belezas naturais do Brasil, as Cataratas do Iguaçu. Uma atração ainda pouco explorada pelo turismo nacional.

As 7 maravilhas do mundo

Em 2009 a Fundação “New7Wonders” com sede na Suiça iniciou o processo para inscrições e votações das 7 maravilhas da naturais do mundo.

A votação terminou em 11/11/2011 e os vencedores foram:

Por enquanto tive a oportunidade de conhecer apenas duas delas, as Cataratas do Iguaçu e a Table Mountain em Cape Town (que já foi tema de post aqui no blog).

O parque

A dica mais preciosa que eu posso te dar é: NÃO VÁ NO FERIADO!!! Estava muito lotado! Olhe essa foto abaixo:

Mas como esse feriado foi a minha oportunidade de ouro para ir (consegui passagem baratíssima com milhas e uma folga no trabalho), não posso reclamar, dificilmente haveria outra chance como essa.

Então o jeito foi encarar a muvuca. Haviam muitos gringos. Eles talvez dão mais valor a essa atração do que muitos brasileiros, que desconhecem ou ignoram as belas atrações que temos aqui.

A estrutura e a organização do parque do lado brasileiro é impecável, não perde em nada para a que vemos na Table Mountain, que também tem o mesmo porte e recebe turistas do mundo inteiro.

A fila para comprar o ingresso na hora estava gigantesca (feriado!), nossa sorte foi ter comprado na internet.

Para quem compra antecipado na internet, pega uma fila bem menor (tinha só 1 pessoa na nossa frente) e pelo código da compra eles emitem as entradas.

Quando você entra há uma fila para os ônibus panorâmicos, muito bem estruturados, que vão falando as atrações que tem em cada parada.

Assim que entramos fomos ao “Macuco Safari” uma aventura de bote para se molhar embaixo das cataratas, mas isso será um assunto para outro dia! ;D

As Cataratas

Logo após fomos para a parada principal que leva as cataratas. O caminho é muito lindo (e estava lotado). Tem vários mirantes e você vai se aproximando aos poucos das cataratas.

Durante o percurso apareceram vários quatis! São tão fofos! Mas não se engane, eles são animais selvagens e podem se sentir ameaçados (até eu me sentiria ameaçada com aquele bando de gente em volta!) e podem morder.

O ponto alto é quando você chega na “garganta do diabo” e passa bem no meio das cataratas.

ATENÇÃO! Certifique-se de estar com uma boa capa de chuva e proteja sua bolsa (se ela não for impermeável). Impossível sair de lá sem tomar um belo banho e estar completamente encharcado.

Esqueça o glamour de estar linda nas suas fotos nesse lugar. Cabelo molhado + vento = fotos tensas com o cabelo todo lambido! rs

No dia que fomos estava um pouco nublado e depois desse banho, fiquei com frio. E como eu já estava meio gripada ganhei uma bela pneumonia depois da viagem, por isso, não dê vacilo.

Leve uma roupa seca para trocar depois, não fique dando bobeira na friagem e se possível vá em um dia de sol e calor, para ter uma boa experiência refrescante.

O que houve comigo foi uma série de vacilos, as cataratas continuam sendo lindas e não tem culpa de nada! rs

No final há uma lojinha (sempre tem uma!) onde você pode comprar lembrancinhas e roupas secas e quentinhas à preços salgados.

Há uma praça de alimentação dividida entre fast food o Restaurante Porto Canoas (que também é assunto para outro dia).

Como era feriado havia uma bela fila para pegar o onibus de volta para a entrada principal do parque.

Nessa entrada, há outra lojinha, nessa achei os preços mais convidativos e acabei comprando uma blusinha e uns imãs de geladeira.

Não tenho como comparar com o lado argentino porque não deu tempo de ir (boa desculpa para poder voltar!).

Mas é uma experiência maravilhosa de contato com a força da natureza, para contemplação. Merece mais destaque e deveria estar cotada entre os destinos das suas próximas férias.

Informações

  • Ingresso: Para Brasileiros Adultos R$ 34,30 e Crianças/Idosos R$ 9,00. Há opções com preços diferentes para Mercosul e Integral (para visitantes de outras nacionalidades). Compre o ingresso antecipado pelo site (aqui)
  • Atrações pagas a parte: Macuco Safari (confira aqui) e Trilha do poço preto
  • Endereço BR 469, KM 18 – Foz do Iguaçu

Recomendações

  • Beba muita água para hidratar-se;
  • Use sempre o protetor solar;
  • Para evitar os insetos, passe frequentemente repelente;
  • Utilize capas de chuva. Nas Cataratas há constantemente uma leve garoa;
  • Use roupas e calçados apropriados para a caminhada.
Impossível tirar uma foto sozinho com a paisagem nesse dia
Só na Selfie para não aparecer mais ninguém na foto! rs

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Conheça a linha travel da Kipling!

Todo mundo conhece as bolsas da Kipling, aquelas que vem com o chaveirinho fofo do macaquinho e são super descoladas.

Mas até então eu não sabia que eles também trabalham com uma linha voltada para viagens, com malas de diversos tipos e tamanhos.

Além de serem estilosas, são bem versáteis, é possível adaptar o uso para estilos diferentes de viagem.

As malas da Kipling são classificadas como estruturadas, semi-estruturadas e sem estrutura. A “estrutura” é a parte das rodinhas e o puxador.

Nesse post quero mostrar para vocês um pouco sobre essas malas e o tipo de viagem que cada uma combina.

Nova York (EUA)

Para ir em grande estilo numa viagem de turismo e compras em NY a mala Youri Spin 78 Chilly Pepper seria a ideal.

Além de linda, ela é grande o suficiente para você trazer todas as roupas e cosméticos comprados na Big Apple.

E o melhor, ela já vem com um cadeado TSA (aquele que a policia dos EUA tem a chave mestra para abrir, checar a mala e depois fecha-lo novamente, sem nenhum dano).

  • Dimensões (cm): 49 x 78 x 30/33 cm
  • Peso (gramas): 4400 g
  • Litragem: 98/116 L

Rio Grande do Norte (Brasil)

Numa viagem bem relax para as praias do Rio Grande do Norte (principalmente Pipa e Natal ) o ideal seria a mala de mão Yatch L, cabe todos os seus biquínis, cangas e óculos escuros, afinal num destino como esse é melhor viajar leve.

Ela tem várias divisórias e possui dois bolsos fechados a zíper, para colocar calçados ou roupas sujas.

  • Dimensões (cm): 64,5 x 36 x 39,5 cm
  • Peso (gramas): 1084 g
  • Litragem: 79 L

Santiago (Chile)

Numa viagem rápida, de por volta de 7 dias em Santiago (Chile) eu recomendaria a mala Trotter Black, seu tamanho é médio, caberia todos os souvenirs e guloseimas de framboesa que Santiago pode oferecer.

No feriado de carnaval de 2017 vou viajar para Santiago novamente e essa mala está no topo da minha wishlist, seria ideal!

  • Dimensões (cm): 39 x 76 x 31 cm
  • Peso (gramas): 1870 g
  • Litragem: 85 L

São Paulo (Brasil)

Nem só de viagens à lazer vivemos! Então para viagem à negócios em São Paulo por exemplo, iria em grande estilo com a pasta de trabalho New Ceroc True Blue.

Além de compacta é muito charmosa. Ela tem um espaço especial para guardar Notebook.

  • Dimensões: 36 x 42 x 23 cm
  • Peso: 2.560g
  • Volume: 23L

Leia nossas dicas de viagem sobre São Paulo!

São Tomé das Letras-MG (Brasil)

Para um feriado de aventura em São Tomé das Letras-MG, eu iria só com a mochila Clas Seoul Vibrant Red.

As vezes não dá para se preocupar em levar muita bagagem, o importante são apenas as memórias que a viagem irá lhe proporcionar. Algumas mudas de roupa e uma maquina fotográfica são o suficiente!

  • Dimensões (cm): 33 x 45 x 18,5 cm
  • Peso (gramas): 680 g
  • Volume: 25 litros

Tóquio (Japão)

Para arrasar em Tóquio a mais indicada seria a Cyrah M Blue. Porque para se destacar numa cidade como essa precisa de muito estilo e personalidade.

A abertura principal dessa mala é no meio, isso ajuda bastante na organização das roupas e acessórios.

  • Dimensões: 68 x 38 x 31 cm
  • Peso: 3.920 g
  • Volume: 71 litros

E nem só de malas e mochilas a Kipling vive! Também tem diversas nécessaires de viagem, de todas as cores, formatos e tamanhos. Acima estão as 3 que mais me chamaram a atenção no site.


Todos os modelos citados nesse post estão disponíveis na loja virtual da Kipling, clique aqui para acessá-la.

Das viagens citadas como exemplo, apenas Tóquio e São Tomé das Letras-MG ainda estão na wishlist, as demais você encontra informações aqui no blog.


Não importa o seu estilo de viagem, a linha travel da Kipling tem a bagagem ideal para você usar.

Não deixem de comentar sobre o modelo que mais gostaram!


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